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Automobilismo

Fórmula 1 aprova redução da distância das corridas e novos motores para 2027

Novos regulamentos preveem provas de 290 km e mudanças no fluxo de combustível para as unidades de potência.

Por Redação Diário Local

A comissão da Fórmula 1 aprovou, nesta segunda-feira (21), mudanças nos regulamentos esportivo e técnico que passarão a valer a partir da temporada de 2027. Entre as principais definições, está a redução da distância mínima das corridas, que passará de 305 km para 290 km.

Com a alteração na extensão dos Grandes Prêmios, a expectativa é de que as provas tenham entre duas e três voltas a menos do que o formato praticado atualmente. A decisão foi tomada durante reunião realizada em Londres.

A mudança na quilometragem está diretamente ligada à introdução de uma nova geração de unidades de potência. O objetivo é adequar as provas ao novo funcionamento dos motores previstos para o período.

A partir de 2027, o fluxo de combustível nas unidades de potência será ampliado em 5%. Esse incremento deve ser progressivo, com o aumento chegando a 13% na temporada de 2028.

Como funcionam os novos motores?

Pelo regulamento aprovado, os motores a combustão interna ganharão um papel de maior protagonismo de forma gradual. O sistema será ajustado para acompanhar o desenvolvimento tecnológico da categoria.

Em 2028, os motores a combustão serão responsáveis por 60% da potência total das unidades de potência. A medida faz parte da estratégia de transição tecnológica da Fórmula 1.

O que muda no tempo das corridas?

Outro ajuste aprovado trata do encerramento das provas em casos de interrupções por chuva ou outros incidentes. O limite atual de três horas para concluir uma prova após a largada será substituído por um horário máximo de encerramento fixo.

Esse horário deverá ser definido previamente para cada evento. No entanto, o teto de duas horas de corrida efetiva permanecerá em vigor para garantir o controle do tempo de pista.

A categoria também decidiu eliminar a homologação dos câmbios. Com a mudança, as equipes terão maior liberdade técnica para desenvolver o componente de forma independente.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.