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Automobilismo

Vaga na Meyer Shank vira disputa de US$ 15 milhões na Indy após vitória de Rosenqvist

Desempenho de Felix Rosenqvist, que venceu as 500 Milhas de Indianápolis, valoriza assento na equipe Meyer Shank.

Por Redação Diário Local

A vaga de piloto na equipe Meyer Shank tornou-se um dos assentos mais cobiçados da IndyCar em 2026, impulsionada pela evolução de desempenho do sueco Felix Rosenqvist. O interesse pela posição é tão alto que há pilotos oferecendo pacotes financeiros na casa de US$ 15 milhões (aproximadamente R$ 76,25 milhões) para garantir a ocupação do assento.

A valorização da equipe ocorre após Rosenqvist deixar um início de temporada discreto para conquistar resultados de destaque no campeonato. O piloto garantiu sua primeira pole-position em dois anos no GP de Long Beach, realizado no sábado (18), e consolidou sua retomada ao vencer as 500 Milhas de Indianápolis.

A ascensão do piloto sueco coincide com um salto de performance da Meyer Shank na categoria. Em 2026, a equipe se tornou a única fora do grupo das grandes estruturas — composto por Ganassi, Penske, Andretti e McLaren — a conseguir registrar tanto uma pole-position quanto uma vitória na temporada.

Embora a equipe ainda busque uma estrutura mais sólida para competir com a constância das potências da Indy, o desempenho em pista elevou o prestígio do time. O sucesso de Rosenqvist transformou a equipe em um projeto de crescimento que atrai pilotos que buscam voos mais altos na categoria.

Por que a vaga na Meyer Shank valorizou?

O crescimento técnico da Meyer Shank colocou a equipe em uma posição de destaque no mercado. O fato de ser a única organização fora do topo do grid a vencer e largar na frente em 2026 faz com que o assento seja visto como uma oportunidade real de competitividade.

Para o piloto, a temporada de 2026 marca uma superação de resultados. Após um começo de ano sem destaques, Rosenqvist passou a entregar exibições que o afastaram da imagem de piloto de meio de pelotão, atraindo inclusive o interesse de equipes de elite, como a McLaren.

Quem disputa o assento?

A disputa pelo carro número 66 ganhou novos contornos após uma movimentação interna na equipe. O piloto Marcus Armstrong foi promovido para operar o carro de número 60, deixando o assento de número 66 disponível para novos candidatos.

Entre os postulantes à vaga está o piloto brasileiro Caio Collet. O mercado de pilotos tem respondido à competitividade da Meyer Shank com ofertas financeiras expressivas, visando garantir um espaço em um ambiente que oferece potencial de evolução técnica.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.