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Saúde

Fechamento de setor na Santa Casa obriga crianças com cardiopatia a deixarem Mato Grosso do Sul

O encerramento das atividades de um setor na Santa Casa de Campo Grande exige a transferência de pacientes com cardiopatia congênita para outros estados.

Por Redação Diário Local

O fechamento de um setor na Santa Casa de Campo Grande forçou a transferência de crianças com cardiopatia congênita para fora de Mato Grosso do Sul. A interrupção das atividades hospitalares impede o atendimento especializado necessário para o tratamento desses pacientes na unidade.

A medida obriga famílias a buscarem suporte médico em outros estados para garantir a continuidade dos cuidados. O deslocamento é necessário para assegurar que as crianças recebam o tratamento específico para as malformações cardíacas que apresentam.

A cardiopatia congênita é uma condição que afeta o coração desde o nascimento. De acordo com dados de saúde, a doença representa a terceira maior causa de morte de recém-nascidos no Brasil.

O cenário de interrupção no atendimento em Mato Grosso do Sul gera preocupação quanto à agilidade das intervenções necessárias. Pacientes com essas condições cardíacas dependem de acompanhamento constante e procedimentos especializados para sobreviver.

Com a impossibilidade de atendimento na Santa Casa de Campo Grande, o fluxo de pacientes requer um deslocamento logístico e financeiro para as famílias. A busca por centros de referência em outras regiões torna-se a única alternativa para evitar o agravamento do quadro clínico.

O tratamento de cardiopatias exige infraestrutura hospitalar completa e equipes multidisciplinares. A carência desse suporte na unidade local impacta diretamente a segurança e a estabilidade dos pacientes pediátricos.

A situação reforça a importância de manter setores de alta complexidade ativos para o atendimento de condições críticas. Sem o serviço especializado, o risco à vida dos recém-nascidos e crianças com essas malformações aumenta significativamente.

O caso evidencia o desafio de manter a rede de assistência para doenças congênitas no estado. A transferência de pacientes para outras unidades federativas busca mitigar o impacto causado pela falta de atendimento especializado na capital sul-mato-grossense.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.