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Segurança

Mulher perde R$ 2,3 mil em golpe de suposta premiação em Dourados

Vítima foi enganada por golpistas que alegaram que ela teria sido contemplada com um prêmio de R$ 50 mil.

Por Redação Diário Local

Uma mulher foi vítima de um golpe financeiro em Dourados, no Mato Grosso do Sul, após criminosos alegarem que ela havia sido contemplada com um prêmio de R$ 50 mil. O prejuízo total causado pela fraude foi de R$ 2,3 mil.

O ataque criminoso foi realizado utilizando o nome do programa 'Familhão' para dar credibilidade à abordagem. Os golpistas entraram em contato com a vítima e utilizaram a falsa promessa de uma premiação alta para induzi-la ao erro.

De acordo com o relato do caso, os autores do crime convenceram a mulher a realizar pagamentos sob o pretexto de liberar o valor anunciado. Ao seguir as instruções dos criminosos, a vítima acabou perdendo o montante de R$ 2,3 mil.

O caso reforça o alerta sobre a prática de estelionato por meio de falsas promoções e prêmios inexistentes. Criminosos frequentemente utilizam nomes de programas conhecidos para ganhar a confiança das pessoas e realizar transferências financeiras.

A dinâmica do golpe envolve o uso de engenharia social, onde o criminoso cria uma situação de urgência ou grande benefício para que a vítima não questione os procedimentos solicitados. Uma vez realizado o pagamento, o contato é interrompido pelos golpistas.

Especialistas recomendam que, ao receber avisos de premiações por telefone ou mensagens, a pessoa não realize qualquer transferência ou forneça dados pessoais. A orientação é verificar diretamente com os órgãos oficiais ou canais de atendimento conhecidos do programa citado.

Em casos de fraude desse tipo, as autoridades orientam que a vítima registre um boletim de ocorrência para que as investigações possam ser iniciadas. O registro é fundamental para tentar identificar o fluxo do dinheiro e os autores do crime.

Até o momento, não há informações sobre a identificação ou prisão dos responsáveis pelo estelionato ocorrido em Dourados. O caso segue os protocolos de apuração típicos para crimes de fraude eletrônica e estelionato.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.