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Segurança

Polícia prende mulher que atuava como médica veterinária sem diploma em Samambaia (DF)

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu uma mulher suspeita de utilizar documento falso para trabalhar em clínica veterinária em Samambaia.

Por Redação Diário Local

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu, neste sábado (5), uma mulher que atuava como médica veterinária em uma clínica em Samambaia (DF) sem possuir diploma ou registro profissional. A suspeita, identificada como Sandylla Kerollen Araujo Ferreira, é investigada por exercício ilegal da profissão e uso de documento falso.

A ação policial ocorreu após o Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) denunciar a mulher pela prática ilegal de atividades da área. A equipe da PCDF deslocou-se até a clínica onde a suspeita trabalhava para apurar os fatos relatados pelo conselho de classe.

No momento da abordagem, Sandylla afirmou aos policiais que era médica veterinária. No entanto, ao ser questionada sobre sua formação acadêmica e a apresentação de documentos, ela teria dado respostas evasivas e inverídicas, segundo o registro policial.

Uso de documento falso

Durante a fiscalização na clínica, os investigadores encontraram um documento que seria o registro profissional da mulher junto ao CRMV. Contudo, a investigação constatou que o documento era falso, utilizando o número de inscrição de uma outra profissional da área.

Com a fraude, a suspeita teria conseguido a vaga de emprego no estabelecimento de Samambaia. De acordo com as apurações da PCDF, a proprietária da clínica não tinha conhecimento de que a contratada não possuía a formação exigida e que o documento utilizado era falsificado.

A identificação da irregularidade foi fundamental para interromper a prestação de serviços sem o devido suporte técnico e legal. A polícia trabalha para entender a extensão da atuação da mulher no local antes da descoberta da fraude.

Perfil em redes sociais

Em suas redes sociais pessoais, a mulher apresenta um perfil que afirma sua atuação como médica veterinária. O conteúdo digital indica que ela possui, ainda, pós-graduação nas áreas de inspeção e vigilância sanitária.

Até o momento, não há confirmação sobre a veracidade das informações de especialização divulgadas pela suspeita em seus perfis digitais. A Polícia Civil segue coletando dados para concluir o inquérito sobre a fraude e a falsificação do registro.

A suspeita foi conduzida à 26ª Delegacia de Polícia de Samambaia. O caso é tratado pelas autoridades como exercício ilegal da medicina e uso de documento falso, e ela permanece à disposição da Justiça.

Investigação e defesa

A defesa de Sandylla Kerollen Araujo Ferreira não foi localizada para comentar o caso até a última atualização desta matéria. O espaço permanece aberto para manifestações.

O Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) também foi procurado para prestar esclarecimentos sobre o acompanhamento da denúncia, mas não retornou o contato até o fechamento desta edição.

A Polícia Civil do Distrito Federal deve apresentar o relatório final sobre a falsificação do documento de registro profissional nos próximos dias, detalhando o processo de contratação e a elaboração do documento falso.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.