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França

Paulista desaparecido em Paris é encontrado morto na França, comunica família

Bruno Fernando Rego, de 28 anos, estava na Europa há um ano e trabalhava como motorista de aplicativo até sumir em julho.

Por Redação Diário Local

Bruno Fernando Rego, de 28 anos, foi encontrado morto em Paris, na França. A família do brasileiro comunicou que o corpo do motorista de aplicativo foi localizado no dia 8 de julho (8), após mais de dois meses de buscas pelo paradeiro do homem.

Os familiares receberam a confirmação sobre o encontro do corpo nesta segunda-feira (7). O desaparecimento do paulista, natural de Capivari, no interior de São Paulo, havia sido reportado por um amigo em 5 de julho (5), após o motorista interromper o contato diário por videochamadas.

Bruno residia na Europa há cerca de um ano. De acordo com relatos de familiares, ele trabalhava na França com o objetivo de arrecadar recursos para custear o tratamento de saúde de sua filha de 4 anos, que mora no Brasil.

A última vez que o brasileiro foi visto ocorreu logo após um jogo da seleção brasileira. No momento do sumiço, ele deixou todos os seus pertences para trás, incluindo o passaporte, saindo apenas com a roupa que vestia.

Durante o período de buscas, circulou a informação de que existia um mandado de prisão por violência doméstica (lesão corporal) expedido contra o paulista. No entanto, a irmã de Bruno, Beatriz Rego, afirmou em vídeos publicados em redes sociais que o desaparecimento não teve relação com o mandado judicial.

Beatriz esclareceu que o episódio que originou a medida judicial ocorreu em agosto de 2024 e que Bruno manteve um relacionamento com a pessoa envolvida até março de 2025. Ela afirmou que o irmão partiu para a França em setembro de 2025 e não fugiu para não responder ao processo.

A família declarou que não fornecerá novos detalhes sobre o caso no momento. A última atualização sobre o paradeiro do motorista vinha de amigos que mantinham contato frequente por meio de chamadas de vídeo.

Em busca de mais informações sobre o mandado de prisão e as acusações mencionadas, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) informou que o processo segue sob segredo de Justiça.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.