Polícia Federal apreende dinheiro e santinhos em ação contra compra de votos em Corumbá
Ação policial em Mato Grosso do Sul investiga possível captação ilícita de sufrágio durante o processo eleitoral de 2026.
Por Redação Diário Local
A Polícia Federal (PF) apreendeu R$ 1,7 mil em dinheiro e materiais de propaganda eleitoral durante uma operação em Corumbá (MS), nesta quarta-feira (30). A ação investiga uma suspeita de captação ilícita de sufrágio, prática conhecida como compra de votos, no contexto das Eleições 2026.
Uma mulher foi encaminhada à Delegacia de Polícia Federal em Corumbá para prestar esclarecimentos sobre o caso. A investigação busca apurar a participação de pessoas na distribuição de valores para eleitores no município.
A diligência da Polícia Federal (PF) teve início após a corporação receber informações sobre possíveis locais que seriam utilizados para a entrega de dinheiro em espécie. Segundo os agentes, o objetivo era identificar pontos de distribuição de valores durante o período eleitoral.
Além do montante em espécie localizado, os agentes também realizaram a apreensão de materiais de propaganda, como santinhos de candidatos. O material foi recolhido durante as buscas realizadas no município sul-mato-grossense.
A operação faz parte do esforço de fiscalização para coibir irregularidades no processo de votação. O foco é identificar se houve uso de recursos financeiros para influenciar o voto dos cidadãos em Corumbá.
Até o momento, a Polícia Federal não divulgou detalhes sobre a identidade da mulher conduzida à delegacia ou sobre o envolvimento de candidatos específicos. O procedimento segue os protocolos de investigação de crimes eleitorais.
O caso permanece sob investigação para esclarecer a extensão da possível prática de compra de votos na região. A PF trabalha para confirmar se o dinheiro apreendido estava de fato destinado à captação de sufrágio.
As autoridades devem continuar as apurações para identificar outros possíveis envolvidos ou locais de armazenamento de materiais e valores. O relatório final da investigação deve ser encaminhado à Justiça Eleitoral.
