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Transporte

SPTrans alega falha de comunicação ao TRE-SP para disponibilizar frota total de ônibus no 2º turno

Empresa alega que foi comunicada pelo órgão eleitoral em curto espaço de tempo para disponibilizar todos os veículos na capital

Por Redação Diário Local

A Companhia de Engenharia de Tráfego (SPTrans) afirmou que desafios operacionais impediram a disponibilização de 100% da frota de ônibus na capital paulista durante o segundo turno das eleições. Segundo o órgão, a mobilização total dos veículos não pôde ser concluída devido ao curto prazo para o planejamento e execução da medida.

A SPTrans declarou que foi comunicada pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) sobre a necessidade de reforço em um intervalo de tempo reduzido. De acordo com a companhia, esse prazo limitado dificultou a logística necessária para colocar todos os veículos em circulação para atender ao pleito.

O comunicado da empresa busca explicar por que a frota operou abaixo da capacidade máxima prevista para o dia da votação. A alegação central é que a prontidão dos ônibus depende de um cronograma de escala que não pôde ser integralmente cumprido após o aviso do tribunal.

A operação de transporte público durante o segundo turno exige uma coordenação prévia entre as autoridades eleitorais e os gestores do trânsito. O objetivo do reforço é garantir que os eleitores possam se deslocar até as zonas eleitorais com maior facilidade e rapidez.

Apesar do comunicado, a indisponibilidade de parte da frota pode ter impactado o tempo de espera e a frequência das linhas em diversos pontos da cidade. A SPTrans não detalhou o percentual exato da frota que conseguiu manter em circulação durante o período.

O TRE-SP, por sua vez, é o responsável por determinar as necessidades de transporte para garantir o acesso dos cidadãos às urnas. A falta de sincronia no tempo de resposta entre os órgãos foi apontada pela SPTrans como o principal entrave operacional.

A logística de ônibus em dias de eleição envolve a convocação de motoristas e o planejamento de rotas específicas, o que demanda tempo de organização interna. Segundo a companhia, o curto espaço de tempo entre a comunicação e o evento impossibilitou a escala completa de pessoal e veículos.

A situação gerou discussões sobre a necessidade de protocolos de comunicação mais antecipados entre as instituições para as próximas etapas do calendário eleitoral. O monitoramento da mobilidade urbana continua sendo um ponto crítico nas operações de grande escala na capital.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.