A5X contrata ex-superintendente da CVM para liderar diretoria regulatória
André Passaro assume o cargo de Chief Regulatory Officer na A5X para apoiar o desenvolvimento de produtos e novos mercados.
Por Redação Diário Local
A A5X anunciou a contratação de André Passaro para o cargo de Chief Regulatory Officer (CRO). O executivo iniciou suas atividades na companhia nesta quarta-feira (8), após cumprir um período voluntário de seis meses de quarentena.
Com mais de duas décadas de atuação na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Passaro passa a atuar no desenvolvimento de novos mercados e produtos da empresa. O foco estratégico é incluir a visão regulatória desde as etapas iniciais de concepção das soluções.
A expectativa da companhia é fortalecer as iniciativas de inovação no mercado brasileiro de derivativos. A estratégia busca conciliar o lançamento de novos produtos com padrões elevados de integridade de mercado e proteção aos investidores.
Na trajetória profissional, Passaro ocupou o cargo de superintendente de Relações com o Mercado e Intermediários (SMI) na CVM. Ele ingressou no órgão regulador em 2005 e acompanhou a evolução do mercado de capitais no país durante sua permanência no órgão.
De acordo com a A5X, a experiência do novo executivo será direcionada ao desenho de produtos alinhados tanto às demandas dos participantes do mercado quanto às exigências regulatórias vigentes.
Para o cofundador e CEO da A5X, Carlos Ferreira, a chegada de Passaro reforça a capacidade de expansão dos negócios com rigor técnico. Segundo o executivo, o conhecimento em regulação e infraestruturas de mercado contribuirá para o setor de derivativos.
André Passaro é formado em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Em nota, ele afirmou que pretende aplicar sua experiência para ampliar as possibilidades de uso de derivativos no Brasil por meio de estruturas sólidas e regras claras.
A movimentação ocorre em um momento de busca por inovação tecnológica e conformidade normativa no setor financeiro, visando dar maior previsibilidade e segurança jurídica às operações de mercado.
