Americanas encerra recuperação judicial e Casas Bahia ratifica pedido de proteção judicial
Justiça do Rio decreta fim do processo da Americanas; acionistas do Grupo Casas Bahia ratificam pedido de recuperação judicial.
Por Redação Diário Local
A Americanas anunciou que a Justiça do Rio de Janeiro decretou o encerramento do processo de recuperação judicial da companhia. O procedimento judicial havia sido iniciado em janeiro de 2023, após a identificação de fraudes contábeis.
No setor de varejo, o Grupo Casas Bahia informou que os acionistas aprovaram a ratificação do pedido de recuperação judicial da empresa. A decisão ocorreu em Assembleia Geral Extraordinária realizada nesta segunda-feira (19), validando o pedido que foi ajuizado originalmente em 16 de agosto.
O que diz a Azul sobre sua recuperação?
A companhia aérea Azul prevê que o processo de sua recuperação pode ser mais demorado do que as expectativas iniciais. O diretor financeiro, Antonio Carlos Garcia, afirmou que a empresa mantém um plano de crescimento cauteloso.
De acordo com o executivo, o cenário é pressionado pelos altos preços do combustível de aviação, que impactam as margens da empresa. O movimento ocorre mesmo após a companhia ter saído da recuperação judicial prevista no Chapter 11 no início deste ano.
Outros destaques do mercado corporativo
A Ânima Educação comunicou que a Inspirali, sua unidade de ensino de medicina, firmou um acordo exclusivo com o grupo de educação médica do Einstein. A parceria permite o uso da marca do hospital em cursos de medicina a partir do próximo ano.
A Auren anunciou que o Conselho de Administração aprovou o início da aquisição de até 1,95 milhão de ações ordinárias de sua própria emissão. A medida faz parte do seu terceiro programa de recompra de ações, aprovado em março de 2026.
No segmento de seguros, a Wiz Co celebrou um contrato com o Banco Inter para a alienação de toda a sua participação na Inter Seguros. A transação tem o valor de R$ 409,5 milhões.
A Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) também registrou movimentações, com o conselho de administração aprovando a homologação parcial de um aumento de capital de R$ 83,2 milhões. Já a Raízen informou que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deferiu o pedido para conversão de seu registro de emissor para a categoria “A”.
