Diário Local
Economia

Dólar abre em alta e opera acima de R$ 5 nesta terça-feira (13)

Moeda norte-americana registrou valor de R$ 5,02 nas primeiras horas desta terça-feira (13), com alta de 0,65%

Por Redação Diário Local

O dólar comercial abriu operando em alta no mercado à vista nesta terça-feira (13). Às 9h12, a moeda norte-americana estava cotada a R$ 5,02, o que representa uma variação positiva de 0,65% em comparação ao fechamento da última sexta-feira (9).

Na última sessão comercial, o dólar havia encerrado o dia cotado a R$ 4,98, após registrar uma queda de 0,79%.

A movimentação da moeda ocorre em um cenário de volatilidade nos preços do petróleo. O barril do tipo brent, que é a referência no mercado internacional, era negociado a US$ 104,69 às 9h11, registrando desvalorização de 1,84% no acumulado de 24 horas.

O recuo do petróleo acontece após a Ucrânia anunciar, nesta terça-feira (13), a suspensão de ataques contra refinarias de petróleo da Rússia. O setor havia enfrentado alta de preços no fim de semana devido ao aumento das tensões entre os dois países.

Os preços do produto chegaram a ultrapassar US$ 106 por barril após o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmar que desconhecia qualquer acordo de cessar-fogo energético entre a Ucrânia e a Rússia. O cenário de incerteza foi alimentado por declarações do presidente norte-americano, Donald Trump, no domingo (11), sobre a existência de um acordo entre as partes.

O mercado também acompanha o relatório Perspectiva Econômica Mundial (WEO), lançado nesta terça-feira (13) pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). O documento trouxe novas projeções para o crescimento das economias brasileira e global.

O FMI revisou para baixo a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil para 2026, reduzindo a projeção de 2,4% para 2,2%. O órgão passou a projetar que a economia brasileira crescerá 2,2% no período.

No cenário internacional, o tom do FMI foi mais otimista. A previsão para o crescimento da economia global em 2026 foi elevada de 3% para 3,1%, enquanto para 2027 a estimativa subiu de 3,2% para 3,4%.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.