Ibovespa alcança maior nível de fechamento da história
Índice subiu 1,38% na sexta-feira, após pesquisas indicarem Flávio Bolsonaro à frente de Lula no segundo turno.
Por Redação Diário Local
O Ibovespa atingiu o maior nível de fechamento de sua história na última sexta-feira (10). O índice de referência do mercado acionário brasileiro subiu 1,38% e encerrou o pregão aos 209.066,90 pontos.
O desempenho positivo ocorreu após novas pesquisas sobre o segundo turno da disputa presidencial mostrarem o senador Flávio Bolsonaro (PL) à frente de Luiz Inácio Lula da Silva. O índice registrou recordes tanto intradiário quanto de fechamento.
Cenário internacional e balanços nos EUA
Nos Estados Unidos, inicia-se nesta terça-feira (13) a temporada de balanços do terceiro trimestre. Os principais bancos americanos, incluindo o JPMorgan Chase & Co. e o Goldman Sachs Group Inc., devem apresentar seus resultados.
Ao longo da semana, o mercado também aguarda a divulgação de dados de inflação ao consumidor (CPI) e ao produtor (PPI) nos Estados Unidos. Além disso, o presidente russo, Vladimir Putin, afirmou nesta sexta-feira (10) que ataques de drones em Moscou prejudicaram negociações de paz na Ucrânia.
Donald Trump também declarou, nesta sexta-feira (10), que houve um acordo para a Rússia fornecer mais de 300 mil toneladas de diesel para os Estados Unidos e para o mercado global, visando reduzir os preços do combustível.
Movimentações no Brasil
No Senado, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), pautou a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a jornada de trabalho 6x1. A matéria passará por quinta sessão de discussão na próxima quarta-feira (15).
Na política, o senador Flávio Bolsonaro negou, nesta sexta-feira (10), rumores de que tentaria privatizar a Petrobras e outras estatais caso seja eleito. Segundo o senador, as informações fazem parte de uma onda de boatos contra sua candidatura.
O governo federal também anunciou, nesta sexta-feira (10), a ampliação de subsídios sobre a gasolina, o etanol e o diesel. A medida tem validade de 30 dias e foi comunicada pelos ministros da Fazenda, Dario Durigan, e do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, citando a pressão da guerra no Oriente Médio sobre o petróleo.
