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Anitta utiliza marcas brasileiras e elementos de religiosidade em figurinos de novo projeto

Cantora incorpora artesania e referências a religiões de matriz africana em looks para o curta-metragem musical.

Por Redação Diário Local

A cantora Anitta utiliza o design de marcas nacionais e elementos de espiritualidade para construir os figurinos do projeto Equilibrium. Os visuais buscam unir temas como religiosidade, autoconhecimento e feminilidade, valendo-se de técnicas de artesania e acessórios que fazem referências a religiões de matriz africana.

O projeto Equilibrium II é a continuação do trabalho lançado em abril deste ano. Para o curta-metragem musical, que foi lançado na quinta-feira (23/7), a seleção de peças foi coordenada pelos stylists Daniel Ueda e André Philipe, que realizaram uma curadoria focada em diversas regiões do Brasil.

A construção visual busca representar diferentes facetas da artista por meio de uma narrativa que utiliza a moda como ferramenta. Segundo os profissionais envolvidos, a curadoria teve o objetivo de sair do eixo Rio-São Paulo para incluir uma diversidade maior de elementos brasileiros na estética do álbum.

Dentre as escolhas de vestuário, destacam-se produções da marca Isabela Capeto, como uma saia de ráfia utilizada na faixa "Sem Pressa", combinada com um top da label Salinas. Outras etiquetas presentes no projeto incluem Helô Rocha, Normando e Ateliê Mão de Mãe.

A estética também é reforçada por acessórios simbólicos e misticismo. Um exemplo é o chapéu da coleção Muiraquitã, assinado pelo estilista manauara Maurício Duarte, que é confeccionado em fibra de tucum e compõe um visual utilizado na canção "Eu Não Sou Santa".

O projeto contou ainda com a colaboração de quatro produtores de moda: Laitânia, Layse Araújo, Henrique Sca e Isabela Ramos. A produção visual busca integrar a moda ao conceito do nono disco da cantora, apresentando diferentes "versões" de Anitta ao longo do curta.

A produção visual também traz referências à cultura nacional, incluindo elementos que remetem a figuras históricas da moda brasileira. A canção que abre o curta-metragem, intitulada "Pra Você Gostar de Mim", utiliza essa estética para introduzir o universo do novo trabalho.

Para a coordenação dos visuais, os stylists buscaram explorar diversas "skins" ou identidades da cantora, passando por estilos que variam do lúdico ao romântico. O objetivo central foi garantir que a moda servisse como um suporte para a espiritualidade e a visão de mundo expressas nas músicas.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.