Letícia Cazarré rebate críticas sobre sétima gravidez e relata tratamento de filha com doença rara
Influenciadora respondeu questionamentos de internautas sobre aumentar a família enquanto a filha enfrenta rotina de cuidados por cardiopatia rara
Por Redação Diário Local
A influenciadora Letícia Cazarré rebateu críticas de internautas sobre sua sétima gravidez e detalhou o histórico de saúde de sua filha, Maria Guilhermina. Nesta segunda-feira (28), Letícia utilizou as redes sociais para responder a questionamentos sobre a decisão de aumentar a família enquanto a criança enfrenta cuidados intensivos devido a uma cardiopatia rara.
Letícia, que é casada com o ator Juliano Cazarré, de 46 anos, foi alvo de comentários que questionavam a dedicação ao tratamento da filha diante da nova gestação. Um internauta chegou a publicar uma mensagem sugerindo que o casal não estaria pensando na saúde da menina ao engravidar novamente.
A influenciadora utilizou uma ferramenta de perguntas e respostas para responder ao julgamento de forma irônica. "Que tal para vocês? Está bom ou querem mais?", escreveu Letícia ao confrontar o comentário que sugeria falta de coragem do casal.
Maria Guilhermina, de 4 anos, nasceu em junho de 2022 com anomalia de Ebstein, uma cardiopatia congênita rara. Devido à condição, a menina passou por uma rotina hospitalar intensa logo nos primeiros meses de vida.
O que é a anomalia de Ebstein e como afeta a criança?
A anomalia de Ebstein é uma condição cardíaca que exige acompanhamento especializado constante. No caso de Maria Guilhermina, o diagnóstico resultou na necessidade de cinco cirurgias e diversos procedimentos médicos logo após o nascimento.
A menina chegou a permanecer hospitalizada por cerca de sete meses para tratar as complicações da doença. Desde então, a rotina de cuidados da criança é diferenciada em relação aos outros cinco irmãos do casal.
Recentemente, a saúde da filha voltou a ser motivo de preocupação para a família. Em agosto e setembro deste ano, a menina enfrentou novos períodos de internação em unidades de terapia intensiva (UTI) para tratar o quadro clínico.
Letícia relatou anteriormente que, durante esses períodos de tratamento, enfrentou semanas de internação de Guilhermina enquanto ela própria já estava grávida. A família segue acompanhando o desenvolvimento da menina e o manejo da condição cardíaca.
