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Mara Maravilha declara voto para segundo turno e critica uso de incentivos fiscais por artistas

A apresentadora anunciou apoio ao número 22 para a presidência e expôs valores captados via incentivos por artistas.

Por Redação Diário Local

A apresentadora Mara Maravilha declarou, nesta quarta-feira (7), que seu voto para o segundo turno das eleições presidenciais será no número 22. Em publicação feita em suas redes sociais, a artista afirmou que a decisão é baseada em patriotismo e princípios, rejeitando interesses de natureza partidária ou política.

Ao justificar o posicionamento, Maravilha alegou que sua motivação é o compromisso com o Brasil e que não aceita pressões que firam sua consciência. A comunicadora declarou que sua voz não se submete a conveniências e que pretende manter sua autenticidade mesmo que isso divida opiniões.

A artista também abordou questões de responsabilidade fiscal e a carga tributária do país. Segundo ela, o cidadão já sustenta uma estrutura estatal e criticou a possibilidade de novos aumentos de impostos, que chamou de potencial "avalanche" sobre quem já cumpre as obrigações tributárias.

No mesmo texto, Maravilha cobrou maior transparência no uso de recursos públicos e na aplicação de incentivos fiscais. Ela utilizou dados públicos para apontar valores captados por meio de projetos culturais que mencionam nomes de artistas conhecidos.

Captação de recursos por artistas

A apresentadora listou cifras significativas que seriam associadas a projetos de diversos músicos. Segundo a publicação, o cantor Diogo Nogueira teria R$ 9 milhões vinculados a projetos; Fafá de Belém, R$ 6,9 milhões; e Renato Borghetti, R$ 6,5 milhões.

A lista de valores citados por Maravilha incluiu ainda Martinho da Vila, com R$ 5,2 milhões; Jorge Aragão, com R$ 5 milhões; e Mônica Salmaso, com R$ 2,8 milhões. A comunicadora afirmou que pretende continuar expondo esses dados de forma contínua.

Mara Maravilha reforçou que defende valores que considera inegociáveis para a sociedade. Ela concluiu o manifesto afirmando que, diante do cenário atual, acredita que o melhor para o país é o voto no número 22.

A postagem gerou repercussão ao confrontar o uso de verbas de incentivo fiscal em contraste com a cobrança por maior responsabilidade no uso dos recursos do Estado.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.