Marina Ruy Barbosa relembra boato sobre José Loreto e fala sobre impacto de mentiras na carreira
Atriz comentou como especulações sobre vida pessoal afetaram seu trabalho e refletiu sobre o valor da privacidade.
Por Redação Diário Local
A atriz Marina Ruy Barbosa relembrou um dos boatos mais marcantes de sua vida pessoal ao longo de seus mais de 20 anos de carreira. Em entrevista, ela comentou os rumores de um possível envolvimento com o ator José Loreto nos bastidores de uma produção em 2019.
Na época, as especulações ganharam repercussão em meio à separação do ator, sendo Marina apontada em meio ao processo. No entanto, os dois sempre negaram qualquer relação amorosa entre eles.
Marina classificou o episódio como um "grande circo" e destacou como a situação a fez repensar sobre o impacto das mentiras. Para a atriz, a disseminação de informações falsas é um processo cruel, principalmente quando se mistura ao trabalho, área que ela afirma levar a sério.
Como a atriz lida com a exposição?
Após duas décadas sob os holofotes, Marina Ruy Barbosa afirmou ter aprendido a diferenciar sua imagem pública de sua vida real. Ela explicou que, no início da carreira, sentia uma necessidade maior de desmentir tudo o que considerava falso, mas que o amadurecimento mudou essa postura.
A artista destacou que crescer envolveu aprender a não gastar energia tentando fazer com que as duas versões — a pública e a privada — coincidissem. Segundo ela, entender o valor da intimidade permitiu que ela se preservasse mais, sem que isso signifique medo, mas sim respeito à própria privacidade.
Marina ressaltou que não acredita que a vida pessoal precise ser tornada pública para ser validada, defendendo que certas coisas importantes não precisam de testemunhas para terem valor.
Maternidade e transformações pessoais
Questionada sobre a pressão social relacionada à maternidade, a atriz afirmou que tem certeza de que deseja ser mãe, mas que pretende seguir o seu próprio tempo. Ela criticou a ideia de uma "cronologia universal" para o sucesso feminino, defendendo que a decisão deve ser individual e não baseada em expectativas externas.
Além disso, Marina refletiu sobre as mudanças em sua personalidade nos últimos cinco anos. Ela relatou que passou a aceitar que não tem controle sobre tudo — como mudanças em pessoas, relações e carreiras — e que essa aceitação a tornou mais corajosa para mudar de ideia e dizer não.
