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Matt Damon recusou papel em Avatar e perdeu chance de ganhar US$ 300 milhões

Ator abriu mão de participar da franquia de James Cameron para honrar compromisso com a produção de O Ultimato Bourne

Por Redação Diário Local

O ator Matt Damon revelou que recusou o papel principal na franquia Avatar (2009) para honrar um compromisso prévio com as filmagens de O Ultimato Bourne. A decisão fez com que o artista deixasse de ganhar uma quantia estimada em 300 milhões de dólares devido ao sucesso comercial do longa.

A proposta feita pelo diretor James Cameron previa que Damon recebesse 10% da bilheteria total da produção. Como o filme se tornou um fenômeno de arrecadação mundial, o percentual teria rendido uma fortuna ao ator.

A história sobre a recusa veio à tona durante a participação de Damon no Festival de Cannes, em 2021. Na ocasião, o ator chegou a brincar sobre o fato de ter declinado de um valor tão extraordinário.

Por que o ator recusou o papel?

Segundo o relato do próprio Damon, ele tinha o desejo de atuar no projeto de James Cameron, mas já estava vinculado à produção de O Ultimato Bourne, lançado em 2007. O ator optou por não abandonar a equipe de trabalho com a qual já possuía um compromisso firmado.

Na época, Damon já era amplamente reconhecido pelo papel de Jason Bourne, protagonista de uma das franquias de ação mais bem-sucedidas do cinema. Ele afirmou que priorizou o respeito aos colegas e à produção que já estava em andamento.

Apesar da perda financeira, o ator manifestou interesse em colaborar com James Cameron em futuros projetos. Damon declarou que gostaria de trabalhar com o diretor mesmo que isso não envolvesse qualquer tipo de pagamento.

O papel de Jake Sully

Após a negativa de Damon, o papel do protagonista Jake Sully foi assumido pelo ator australiano Sam Worthington. O personagem é retratado como um ex-fuzileiro naval que viaja até Pandora para cumprir uma missão.

No longa, Pandora é apresentada como um mundo habitado pelos Na'vi, seres que compõem o ecossistema central da trama. A obra consolidou-se como um dos maiores sucessos de bilheteria da história do cinema mundial.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.