Milton Cunha critica desempenho de Virginia Fonseca como rainha de bateria da Grande Rio
O comentarista de carnaval relembrou dificuldades da influenciadora durante sua passagem pela escola Grande Rio
Por Redação Diário Local
O comentarista de carnaval Milton Cunha criticou o desempenho da influenciadora Virginia Fonseca durante sua passagem como rainha de bateria da escola de samba Grande Rio. Em entrevista concedida nesta segunda-feira (20), ao Programa da Blogueirinha, exibido no Multishow, o profissional detalhou as dificuldades técnicas da influenciadora durante a preparação e o desfile.
Para Cunha, de 64 anos, os problemas de performance começaram logo durante uma apresentação na quadra da agremiação. Segundo o comentarista, o momento em que a influenciadora tentou executar os passos de samba gerou estranheza no público e nos profissionais presentes.
O especialista relatou que, naquele primeiro contato, ficou evidente que a influenciadora não possuía o ritmo esperado para o cargo. "Ali a gente já viu que não tinha samba no pé", afirmou Milton Cunha durante a conversa na televisão.
O profissional explicou que havia uma expectativa de que Virginia aprendesse a técnica ao longo do processo. No entanto, segundo o relato, a integração com o grupo que ela representava não aconteceu como o esperado.
De acordo com o comentarista, os ensaios técnicos foram marcados por uma série de dificuldades sucessivas. Ele pontuou que a influenciadora não conseguiu compreender a estrutura necessária para a realização do desfile oficial.
Por que o desempenho foi criticado?
A principal crítica de Milton Cunha concentrou-se na falta de sintonia entre a influenciadora e o ritmo da bateria. Segundo ele, a falta de domínio do samba comprometeu a harmonia da apresentação da Grande Rio.
O comentarista também destacou um episódio de desorientação espacial durante a movimentação da escola. Ele narrou que Virginia Fonseca não conseguiu manter o posicionamento correto exigido pela função de rainha de bateria.
Durante o desfile, a influenciadora chegou a se afastar da bateria, acompanhando o fluxo dos demais componentes da escola. O movimento acabou por descaracterizar o papel que ela desempenhava na avenida.
Cunha relatou que foi necessária uma intervenção direta de uma liderança da agremiação para corrigir a situação. Jayder Soares, identificado como um grande líder da comunidade, precisou agir para manter a ordem no setor.
Segundo o relato de Milton Cunha, o líder precisou correr para alcançar a influenciadora e trazê-la de volta ao posto correto. O objetivo era garantir que ela permanecesse junto à bateria, conforme as normas do desfile.
O episódio ocorreu especificamente no momento em que a bateria entrava no chamado "recuo 2". A movimentação da escola fez com que a rainha se distanciasse da base musical de suporte.
As declarações do comentarista trouxeram à tona os desafios técnicos de influenciadores que assumem cargos de destaque no carnaval carioca. A transição da vida digital para a avenida exige preparo rítmico e compreensão das dinâmicas das escolas.
Milton Cunha utilizou o espaço da entrevista para relembrar o histórico da passagem de Virginia Fonseca como rainha da Grande Rio. O relato detalha os bastidores de um período que gerou debates sobre a preparação de convidados para o Carnaval.
