Live-action de Moana une alto nível técnico e ritmo lento em nova produção da Disney
Produção com Dwayne Johnson e Catherine Laga'aya apresenta visuais submarinos, mas sofre com excesso de música e ritmo arrastado
Por Davy Albuquerque
O live-action de “Moana”, nova produção da Disney, chega aos cinemas dez anos após o lançamento da animação original. O longa busca recriar a história da jovem princesa polinésia que atravessa oceanos para salvar seu povo de uma maldição.
A trama foca na jornada de Moana e do semideus Maui em um barco, com o objetivo de devolver uma pedra sagrada a uma deusa. Durante a travessia, os personagens enfrentam obstáculos diversos, que incluem um monstro de lava e uma frota de navios tripulados por criaturas que se assemelham a cocos.
O que se destaca na produção?
O filme apresenta um alto nível técnico, especialmente nas cenas ambientadas no fundo do mar. A produção conta com a participação de Dwayne Johnson, que interpreta o personagem Maui e colaborou no desenvolvimento do projeto, além da atriz Catherine Laga'aya no papel de Moana.
A interação entre os dois protagonistas é um dos pontos centrais, com grande parte do tempo de tela dedicado ao contracena entre o ator e a novata.
Quais são os pontos negativos?
Apesar do aparato visual, a obra recebe críticas quanto ao seu ritmo de narrativa, sendo descrita como lenta e arrastada em diversos momentos. Esse formato pode afetar a adesão do público em comparação ao sucesso da animação original.
Outros pontos de crítica envolvem o excesso de cenas musicais, consideradas dispensáveis, e a percepção de uma baixa criatividade por parte do estúdio ao optar por reciclar materiais já conhecidos em formato de carne e osso.
