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Pato Merlín, sensação da Copa do Mundo 2026, é barrado pela Fifa de entrar no Estádio Azteca

A Fifa proíbe animais em seus eventos e impediu Merlín de ficar no Azteca, mesmo após autorização para circular pelo perímetro do estádio.

Por Diário Local

A Fifa vetou a presença do Pato Merlín, mascote não-oficial da Copa do Mundo 2026, na partida entre México e República Tcheca, disputada na quarta-feira (24) no Estádio Azteca, na Cidade do México. A entidade não permite a entrada de animais em nenhum de seus eventos.

Horas antes do jogo, Merlín foi liberado para circular no perímetro do estádio e gravou um conteúdo para a emissora mexicana Televisa, mas não pôde permanecer. Apesar da ausência do mascote nas arquibancadas, o México venceu a República Tcheca por 3 a 0 e segue com aproveitamento de 100% na fase de grupos da competição.

A ave viralizou nas redes sociais depois de ser flagrada circulando pelos arredores do Azteca com a camisa da seleção mexicana, logo após a abertura da Copa do Mundo. Nas imagens, Merlín aparece caminhando com desenvoltura e usando meias para proteger as patas — a cena rendeu memes e até uma figurinha no álbum da competição.

O animal pertence a Karla Ivette e seu filho, vendedores ambulantes de água nas ruas da Cidade do México. Com a repercussão, a ave ganhou fãs ao redor do mundo, foi adotada como mascote pela seleção mexicana e convidada a participar da Fan Fest da partida contra a Coreia do Sul.

O sucesso levou Merlín ao Palácio Nacional, onde foi recebido pela presidente do México, Claudia Sheinbaum. Durante o encontro, o pato ocupou o espaço normalmente reservado a autoridades e posou para fotos ao lado dos tutores. O protocolo só foi quebrado quando Sheinbaum se aproximou e tentou fazer um carinho na cabeça do animal — e acabou levando uma bicada.

Revisado por Davy Albuquerque, editor responsável.