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Shrek Terceiro é exibido na Sessão da Tarde e traz mudança de dublador devido à morte de Bussunda

Filme Shrek Terceiro é exibido nesta quinta-feira (17) e marca a substituição do humorista Bussunda por Mauro Ramos

Por Redação Diário Local

O filme Shrek Terceiro, exibido nesta quinta-feira (17), apresenta uma mudança marcante em sua produção comparado aos dois primeiros títulos da franquia. A alteração ocorreu devido ao falecimento do humorista Cláudio Besserman Vianna, conhecido como Bussunda, que era o dublador original do protagonista nos primeiros filmes.

Bussunda foi o responsável pela voz do ogro nos dois primeiros sucessos da série. No entanto, o artista morreu em 17 de junho de 2006, aos 43 anos, o que impediu sua participação na continuação da história.

Para o terceiro longa, o papel de dublagem do personagem foi assumido por Mauro Ramos. Na época da produção, Ramos comentou que os fãs notariam a diferença de timbre, mas que a qualidade da obra seria o fator decisivo para o sucesso com o público.

Ramos chegou a dublar todo o primeiro filme da franquia, mas foi substituído de última hora por Bussunda. Sobre a transição para o terceiro título, o dublador afirmou que, se o filme for bom, ele supera questões de coerência vocal ou diferenças entre os intérpretes.

A história de Shrek é inspirada no livro de mesmo nome, escrito por William Steig e lançado em 1990. A narrativa funciona como uma paródia que almeja outros filmes baseados em contos de fadas e produções de fantasia infantil.

Em 1991, antes da fundação da DreamWorks, Steven Spielberg comprou os direitos para uma adaptação da obra original. O plano inicial era transformar o livro em um filme de animação feito de maneira tradicional.

No terceiro filme que vai ao ar nesta quinta-feira (17), a trama mistura humor e crise de identidade. O enredo acompanha uma disputa pelo trono do reino de Tão Tão Distante.

A produção é caracterizada pela mistura de elementos de contos de fadas com uma abordagem satírica, mantendo o estilo de paródia que consagrou os primeiros lançamentos da franquia.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.