Assessoria de Virginia Fonseca nega contrato com agência de Jay-Z
Equipe da influenciadora desmente rumores de que ela teria assinado com a Roc Nation e encerrado parcerias no Brasil.
Por Redação Diário Local
A assessoria de imprensa da influenciadora Virginia Fonseca desmentiu, nesta segunda-feira (24), as informações que circulavam nas redes sociais sobre a suposta assinatura de um contrato com a agência norte-americana Roc Nation. A equipe da empresária afirmou que a notícia de que ela teria passado a integrar o quadro da empresa, fundada pelo rapper Jay-Z, não procede.
Os rumores que ganharam força na internet apontavam que Virginia teria assinado com a agência para focar em uma carreira internacional. Além disso, as publicações sugeriam que a influenciadora estaria rescindindo contratos publicitários com marcas brasileiras para priorizar o mercado de fora.
A Roc Nation é uma empresa de gerenciamento de carreiras de artistas e atletas que possui o jogador Vini Jr. entre seus clientes. Desde 2023, a agência brasileira TFM Agency integra a divisão de esportes da organização comandada por Jay-Z.
Paralelamente aos rumores sobre a carreira internacional, Virginia Fonseca anunciou, na última sexta-feira (22), o encerramento de sua parceria comercial com a plataforma de apostas digital Blaze. O comunicado foi feito pela VF Digital, agência da influenciadora, informando que a decisão seguiu os termos aplicáveis à relação contratual.
O fim do vínculo ocorre enquanto tanto a influenciadora quanto a empresa de apostas são alvos de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O órgão pede a condenação de Virginia e o pagamento de, no mínimo, R$ 120 milhões em indenização por danos morais coletivos.
Segundo os promotores, a ação é motivada por mais de 42 mil denúncias contra a Blaze. Na petição inicial, o Ministério Público afirma que a investigação apura possíveis práticas abusivas na promoção da plataforma.
De acordo com o MPDFT, a influenciadora atuava como garota-propaganda da marca. O órgão investiga se houve a promoção de práticas que induziram a retenção de valores e a imposição de metas de apostas consideradas inatingíveis.
O processo judicial envolvendo a parceria com a casa de apostas segue tramitando na Justiça e ainda não possui uma decisão definida.
