Atlético-MG recebe Bragantino defendendo invencibilidade de 13 jogos em casa
Atlético-MG tem o melhor ataque caseiro do segundo turno e enfrenta Bragantino, que tem dificuldades como visitante.
Por Redação Diário Local
O Atlético-MG recebe o Bragantino neste sábado (03) buscando manter uma sequência de 13 partidas sem derrota em casa pelo Brasileirão. O time mineiro apresenta o melhor aproveitamento ofensivo como mandante durante o segundo turno da competição.
O desempenho do Atlético-MG em seus domínios tem sido sólido ao longo de toda a temporada. Em 26 jogos realizados em casa, a equipe soma 14 vitórias e 11 empates, tendo sofrido apenas uma derrota, que ocorreu diante do Flamengo.
Os números mostram uma evolução no setor de ataque do clube mineiro nesta fase do campeonato. A média de finalizações realizadas em casa subiu de 14,3 por partida no primeiro turno para 18,3 no returno, a quinta maior marca registrada no torneio.
Além do volume de jogo, a eficiência ofensiva também apresentou melhora estatística. O Atlético-MG passou a marcar um gol a cada 8,1 tentativas de chute, enquanto no primeiro turno o índice era de um gol a cada 9,9 finalizações.
O reflexo direto dessa melhora é o aumento na produção de gols do time como mandante. A média de gols marcados em casa saltou de 1,56 no primeiro turno para 2,25 por partida no segundo turno do Brasileirão.
Em contrapartida, o Bragantino atravessa um período de dificuldades quando atua longe de seus domínios. Somando todas as competições, a equipe conquistou apenas uma vitória nos últimos 11 jogos disputados como visitante, registrando seis empates e quatro derrotas.
No cenário específico do Brasileirão, a resistência defensiva do Bragantino fora de casa também recuou. A média de gols sofridos subiu de 1,10 por partida na primeira metade do campeonato para 1,50 na fase atual.
A exposição defensiva do time paulista aumentou com o crescimento do volume de jogo adversário. A média de finalizações sofridas pelo Bragantino fora de casa subiu de 14,0 para 17,0 por jogo, enquanto a resistência caiu de 12,7 para 11,3 finalizações por gol sofrido.
