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São Paulo

Presidente do Conselho do São Paulo nega acusação de falsidade ideológica

Olten Ayres de Abreu Junior afirmou que o Ministério Público pediu o arquivamento da denúncia e negou irregularidades com multas de trânsito

Por Redação Diário Local

O presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo Futebol Clube, Olten Ayres de Abreu Junior, negou ter cometido o crime de falsidade ideológica. O conselheiro se posicionou neste domingo (23) sobre o indiciamento realizado pela Polícia Civil de São Paulo, ocorrido em julho, sob a suspeita de inserir informações falsas em documentos sobre a reforma do estatuto do clube.

De acordo com Olten, a acusação de que ele teria praticado o ato não se sustentou e o Ministério Público solicitou o arquivamento da denúncia. Ele afirmou que a investigação sobre a suposta falsidade foi concluída e que ficou comprovado que o crime não foi praticado.

O conselheiro também comentou sobre as investigações que envolvem a administração do atual presidente do clube, Júlio Cazares. Segundo Olten, as acusações contra a gestão atual estão sendo apuradas pelo Ministério Público sob segredo de Justiça.

Olten destacou que, caso as acusações contra a administração sejam comprovadas, o impacto será financeiro e de credibilidade para o São Paulo. Ele classificou as informações que vieram a público sobre a gestão como "execráveis".

Questionamento sobre multas de trânsito

O caso das multas de trânsito também foi tema das declarações do conselheiro. Em junho, surgiram informações de que o São Paulo teria pago 171 multas aplicadas a um veículo cedido ao clube e destinado a Olten, o que teria gerado um prejuízo superior a R$ 100 mil.

Olten negou ter cometido as infrações e contestou o volume de multas mencionado. Ele afirmou que o número de 171 infrações é "impensável" e que não teria tempo sequer para acumular tal quantidade de registros de trânsito.

O conselheiro explicou que, embora seis multas tenham sido anexadas ao processo, a alegação de que seriam 171 não foi comprovada. Ele afirmou que houve o cuidado de verificar a existência das multas e que o dado não existia.

A defesa do conselheiro argumentou que a questão sobre o total das multas não prosperou após a análise dos fatos. Segundo Olten, a verificação dos dados comprovou a inexistência das 171 infrações inicialmente apontadas.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.