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Copa do Mundo

Copa do Mundo 2026 é marcada por decisões polêmicas de arbitragem e uso de tecnologia

Decisões de juízes, uso de sensores na bola e aplicação de novas regras marcaram a competição no Mundial de 2026.

Por Davy Albuquerque

A Copa do Mundo 2026 foi marcada por lances de arbitragem que dividiram opiniões ao redor do mundo. Decisões envolvendo o uso do VAR, a aplicação de novos regulamentos e o auxílio de sensores na bola geraram discussões em diversos confrontos da competição.

Um dos episódios de maior repercussão ocorreu na partida entre Egito e Argentina. Após a revisão do VAR, um gol do Egito foi anulado devido a uma falta identificada anteriormente sobre Lisandro Martínez. A seleção africana também questionou a não marcação de dois pênaltis em lances envolvendo Mohamed Salah, Julián Álvarez e Alexis Mac Allister. Em decorrência do resultado, a federação egípcia apresentou uma queixa oficial à Fifa contra o árbitro do jogo.

Em outro momento de rigor excessivo, o jogo de abertura entre México e África do Sul quebrou o recorde de expulsões em uma estreia de Mundial. O árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio aplicou três cartões vermelhos durante o confronto.

Como a tecnologia influenciou as decisões?

A tecnologia de sensores instalados na bola desempenhou um papel crucial em um lance entre Croácia e Portugal. O VAR utilizou os dados do sensor para identificar um toque de um jogador croata na origem de uma jogada, o que permitiu a anulação de um gol que levaria a partida para a prorrogação.

Outro caso envolvendo o VAR ocorreu no duelo entre França e Senegal. O árbitro australiano Alireza Faghani optou por manter sua decisão de campo e não marcar um pênalti em um lance envolvendo Mbappé e Mané, contrariando a revisão do assistente tecnológico.

Novas regras e expulsões inusitadas

A aplicação de normas sobre o comportamento dos atletas também gerou polêmica. O paraguaio Miguel Almirón foi expulso durante a partida contra a Turquia após discutir com um adversário enquanto cobria a boca. A mesma regra foi aplicada no jogo entre Equador e México, resultando no cartão vermelho para Piero Hincapié.

Houve ainda o caso de "erro de identidade" durante as quartas de final entre Suíça e Argentina. Após uma disputa entre Leandro Paredes e Embolo Breel, o árbitro inicialmente puniu o volante argentino. Contudo, após revisão, a arbitragem concluiu que o atacante suíço simulou a falta, revertendo o cartão de Paredes e expulsando Embolo por acúmulo de advertências.

No ataque, o brasileiro Vini Jr. também teve um gol anulado pela arbitragem durante o confronto contra a Escócia, após o VAR identificar um contato mínimo na recuperação da posse de bola.

Revisado por Davy Albuquerque, editor responsável.