Estêvão retorna à Seleção Brasileira sob comando de Carlo Ancelotti após lesão
Atacante do Chelsea busca protagonismo na Amarelinha após perder Copa do Mundo por lesão muscular e enfrentar baixa minutagem na Inglaterra.
Por Redação Diário Local
O atacante Estêvão, de 19 anos, retorna à Seleção Brasileira para iniciar um novo ciclo sob o comando de Carlo Ancelotti. O jogador, que atua pelo Chelsea, volta a integrar o grupo após ter perdido a última Copa do Mundo devido a uma grave lesão muscular na coxa direita.
A convocação ocorre em um momento de contrastes para o atleta. Se na Seleção o jovem se consolidou como um dos jogadores mais decisivos sob o comando do técnico italiano, no futebol inglês ele enfrenta dificuldades para ganhar espaço na atual temporada.
O desempenho com Carlo Ancelotti
A relação entre Estêvão e o treinador Carlo Ancelotti foi marcada por números expressivos em 2025. Durante aquele ano, o atacante disputou sete partidas pela Seleção Brasileira, sendo titular em cinco delas, e marcou cinco gols.
O desempenho garantiu ao jogador o título de artilheiro da era Ancelotti na Amarelinha. Entre os gols marcados, destacam-se as produções contra o Chile, a Coreia do Sul, o Senegal e a Tunísia — sendo este último o último compromisso do atleta antes da lesão, ocorrida em novembro de 2025.
Além da capacidade de finalização, o jogador passou a ser utilizado por Ancelotti para oferecer profundidade ao ataque e explorar o jogo de um contra um.
Dificuldades no Chelsea
Na Europa, o cenário é diferente. Após uma primeira temporada positiva no Chelsea, em que disputou 36 partidas e marcou oito gols na temporada 2025/26, o atacante tem encontrado pouca rotação com o técnico Xabi Alonso.
Na temporada 2026/27, Estêvão tem participado de poucos minutos na Premier League e na Copa da Liga. Até o momento, o jogador somou apenas 148 minutos em campo, sem registrar gols ou assistências no período atual.
Foco na recuperação e resiliência
O retorno à Seleção acontece após um período de superação física. Estêvão relatou que a família foi fundamental durante o tratamento da lesão que o impediu de disputar o último Mundial.
O atacante afirmou que utiliza a resiliência como guia para encarar o dia a dia e focar no futuro, buscando retomar o nível de destaque que apresentou no início de sua trajetória internacional.
