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Kyle Walker pode apagar tatuagem de títulos do Manchester City por possível punição do clube

Lateral inglês teme perder homenagem aos quatro títulos consecutivos da Premier League devido a investigação de violações financeiras.

Por Redação Diário Local

O lateral e zagueiro inglês Kyle Walker, ex-capitão do Manchester City, afirmou que pode ter que remover uma tatuagem que celebra os quatro títulos consecutivos da Premier League conquistados pelo clube. O atleta teme que as possíveis punições aplicadas à equipe, devido a investigações sobre supostas violações financeiras, invalidem a homenagem.

A tatuagem traz a expressão “Four in a row”, que significa “quatro consecutivos”. A frase faz referência à sequência inédita de títulos conquistados pelo Manchester City entre as temporadas 2020/21 e 2023/24.

Em entrevista concedida à rádio britânica talkSPORT, Walker declarou que provavelmente terá que retirar a marca da pele, mas que tentará mantê-la. “Espero que não tirem de nós o que conquistamos”, desabafou o jogador.

O jogador foi contratado pelo Manchester City em julho de 2017, vindo do Tottenham por 52,70 milhões de euros (aproximadamente R$ 342,84 milhões). O atleta é uma das figuras centrais do elenco que estabeleceu o recorde na liga inglesa.

O que é a investigação contra o Manchester City?

O Manchester City responde a um processo conduzido pela Premier League, que investiga 115 supostas violações financeiras cometidas pelo clube. As irregularidades apontadas estariam relacionadas ao período entre os anos de 2009 e 2018.

Caso as infrações sejam comprovadas pelo órgão regulador, o clube inglês poderá enfrentar sanções de diversas naturezas. As punições podem envolver penalidades financeiras e esportivas dentro da competição.

Entre as medidas discutidas para o caso estão a perda de pontos na tabela de classificação e até mesmo o rebaixamento de divisão. O desfecho do processo é aguardado para definir o futuro esportivo da instituição.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.