Marcelo Gallardo assina com seleção do Equador e terá salário de US$ 3,5 milhões por ano
Técnico argentino terá contrato até 2030 e receberá cerca de R$ 18,1 milhões por temporada, segundo a Federação Equatoriana de Futebol.
Por Redação Diário Local
O técnico argentino Marcelo Gallardo assinou um contrato de longo prazo com a seleção do Equador para atuar até junho de 2030. O acordo prevê um pagamento anual de US$ 3,5 milhões ao treinador, o que equivale a cerca de R$ 18,1 milhões por temporada na cotação atual.
A operação financeira, que visa preparar a equipe para a Copa América de 2028 e para a Copa do Mundo de 2030, deve totalizar US$ 14 milhões (aproximadamente R$ 72,6 milhões) em quatro anos apenas em salários. Este montante refere-se exclusivamente aos vencimentos de Gallardo, sem contar outros gastos previstos no projeto.
A Federação Equatoriana de Futebol (FEF) estruturou um projeto que envolve uma comissão técnica numerosa, composta por cerca de dez profissionais de confiança do treinador. O grupo inclui os auxiliares Matías Biscay e Hernán Buján, além de Nahuel Hidalgo, que atuará na análise de desempenho.
A equipe de apoio é completada pelo preparador físico Pablo Dolce e pelo fisioterapeuta Jorge Bombicino. Segundo a Federação Equatoriana de Futebol (FEF), os demais integrantes da comissão foram selecionados para compor uma estrutura desenhada especificamente para o trabalho na seleção nacional.
Logística e gastos operacionais
O custo total da contratação será superior aos salários nominais devido às despesas de logística necessárias para a comissão técnica. O projeto prevê gastos com deslocamentos, hospedagens e passagens aéreas para as viagens frequentes entre a Argentina e o Equador.
Esses custos operacionais são fundamentais para atender ao calendário internacional da seleção, que exige períodos de treinamento em diferentes localidades. A estrutura permanente de trabalho é um dos pilares do planejamento de longo prazo estabelecido pela federação.
Bônus por desempenho
Além da parte fixa, o contrato de Gallardo prevê o pagamento de bônus vinculados a metas e resultados esportivos. Essas premiações podem alterar significativamente a remuneração final do treinador e de sua equipe de trabalho conforme o desempenho em competições.
No entanto, os valores exatos dessas bonificações não foram divulgados pela FEF. Por esse motivo, o custo final da operação permanece em aberto, sendo possível apenas confirmar o investimento inicial destinado aos vencimentos do técnico argentino.
