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Jogador Marcos Llorente revela rotina com luz vermelha e dieta paleolítica

Atleta da seleção da Espanha utiliza luz vermelha, óculos especiais e dieta paleolítica para otimizar o desempenho físico.

Por Davy Albuquerque

O jogador da seleção da Espanha, Marcos Llorente, detalhou sua rotina de hábitos voltados para a saúde e para a otimização do desempenho físico. O atleta utiliza métodos como a fotobiomodulação, o uso de luzes coloridas e segue uma dieta paleolítica para cuidar do corpo.

Em sua residência, o jogador utiliza luz vermelha para realizar a fotobiomodulação. A técnica consiste em uma terapia não invasiva que utiliza luz de baixa intensidade para estimular o metabolismo celular. Llorente afirmou, inclusive, que evita o uso de luzes brancas em sua casa.

O uso de lentes coloridas também faz parte do cotidiano do atleta. Ele utiliza óculos amarelos para ambientes internos e óculos de cor vermelha nos períodos de entardecer. Ao ar livre, o jogador prefere não utilizar nenhum tipo de acessório de proteção.

Como funciona a dieta de Marcos Llorente?

O jogador segue o regime paleolítico, que consiste no consumo de alimentos que seriam teoricamente disponíveis na era pré-histórica. A alimentação inclui carnes magras, peixes, ovos, frutas, vegetais, nozes e raízes.

A estratégia nutricional também envolve o controle do horário das refeições. Llorente realiza o jantar durante o dia, aproveitando a luz natural do sol. No verão, a refeição ocorre às 19h30; já no inverno, o horário é antecipado para as 17h30.

Apesar do rigor, o atleta busca o equilíbrio emocional em eventos sociais. Ele afirmou que, em ocasiões especiais, rompe as regras de horários para poder celebrar e aproveitar momentos com outras pessoas.

Qual é a rotina de sono do atleta?

Para otimizar o descanso e a recuperação muscular, Llorente mantém um cronograma fixo de sono. O jogador costuma ir para a cama entre 22h e 22h30 e estabelece o horário das 8h para acordar todos os dias.

O consumo de vinho também foi mencionado como um hábito presente em sua rotina social. Embora reconheça que a bebida não é o ideal para o desempenho, o atleta destacou o valor das conversas e das lembranças que o hábito proporciona.

Revisado por Davy Albuquerque, editor responsável.