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Matheus Cunha celebra gol na Copa com gesto de surfe e conta como o hobby nasceu no Nordeste

O atacante conheceu o esporte nas férias no Rio Grande do Norte, onde fez amizade com o campeão olímpico Ítalo Ferreira e adotou o hábito até na fria Inglaterra.

Por Diário Local

Matheus Cunha marcou seu terceiro gol na Copa do Mundo 2026, contra a Escócia, aos 15 minutos do segundo tempo, e comemorou da mesma forma que havia feito nos gols contra o Haiti: com um gesto de surfe. O hobby, que se tornou marca registrada do atacante do Manchester United, tem raízes no Nordeste brasileiro.

Natural de João Pessoa, na Paraíba, Cunha experimentou o surfe pela primeira vez durante férias em Baia Formosa, no Rio Grande do Norte. Foi nessa viagem que ele conheceu o campeão mundial e olímpico Ítalo Ferreira e tomou gosto pelo esporte.

"O surfe apareceu na minha vida em um momento de lazer e descanso. Estava tirando alguns dias de férias em Baia Formosa, no Rio Grande do Norte, e lá pude ter o prazer de conhecer alguns surfistas. Desde então tomei gosto pelo esporte e procuro sempre praticar nos meus momentos de lazer", contou o jogador.

Mesmo morando na Inglaterra, Cunha não abandonou o hábito. Nos tempos em que atuava pelo Wolverhampton, também na Inglaterra, ele frequentava o Wave Garden, em Bristol, um espaço com ondas artificiais. Hoje, defendendo o Manchester United, mantém a rotina sempre que tem uma folga.

A amizade com Ítalo Ferreira continua ativa. "Fiz alguns amigos surfando que estou sempre em contato. Um deles é o Ítalo. Nos falamos constantemente e quando ele está nas águas ligo a TV para torcer", disse Cunha.

Para o atacante, as ondas funcionam como válvula de escape da pressão do futebol profissional. "É um hobby e uma maneira de me desligar da rotina pesada que tenho como jogador de futebol", afirmou.

Revisado por Davy Albuquerque, editor responsável.