Atacante Niclas Eliasson segue sem espaço no Internacional sob comando de Eduardo Baptista
Contratado por empréstimo, atacante acumula apenas 28 minutos em campo e não foi utilizado pelo técnico Eduardo Baptista.
Por Redação Diário Local
O atacante Niclas Eliasson segue sem espaço no elenco do Internacional. Contratado por empréstimo até junho de 2027, o sueco-brasileiro acumula apenas 28 minutos em campo e não foi utilizado pelo técnico Eduardo Baptista nas primeiras partidas do treinador à frente da equipe.
A situação do jogador, que integra o elenco colorado desde o segundo semestre, permanece a mesma após a mudança no comando técnico. O atacante não atua desde o dia 19 de setembro (19), na derrota para o São Paulo, e continua aguardando oportunidades para ingressar nas partidas.
O atleta mantém sua rotina de atividades e participa normalmente dos treinamentos no CT Parque Gigante, enquanto aguarda novas chances de atuação.
Por que Eliasson tem pouca participação?
Um dos principais fatores para a baixa utilização é a forte concorrência no setor ofensivo do clube. O atacante disputa espaço com nomes como Vitinho e Johan Carbonero, além de outros jogadores que podem atuar de forma mais avançada.
Desde sua estreia, em 22 de agosto, em um empate contra o Atlético-MG, Eliasson disputou seis jogos. Em todos esses compromissos, ele iniciou na reserva e entrou apenas na etapa final das partidas. Sua participação mais longa foi de aproximadamente 12 minutos.
O cenário de oportunidades restritas já ocorria durante a gestão de Paulo Pezzolano. Com a chegada de Eduardo Baptista, o panorama não mudou: o treinador não utilizou o jogador nas três primeiras partidas sob seu comando.
Histórico e contrato
Niclas Eliasson chegou ao Internacional por empréstimo junto ao AEK, da Grécia. Antes de integrar o time gaúcho, o jogador teve passagens por clubes da Suécia, Inglaterra e França.
O contrato do atacante com o clube colorado tem validade até junho de 2027. A expectativa inicial era de que sua chegada trouxesse mais alternativas ao setor de ataque, mas a adaptação ao estilo de jogo brasileiro ainda não resultou em participações regulares.
