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Javier Milei critica ONU por Malvinas e gestão da pandemia em discurso em Nova York

Em discurso na Assembleia Geral, presidente argentino rebate organismo sobre soberania das ilhas e medidas sanitárias.

Por Redação Diário Local

O presidente da Argentina, Javier Milei, solicitou que a Organização das Nações Unidas (ONU) intervenha diante das ações do Reino Unido no Atlântico Sul e defendeu uma política para a reivindicação da soberania sobre as Ilhas Malvinas. Durante discurso na Assembleia Geral do organismo, em Nova York, o mandatário criticou a postura da instituição e alertou o setor energético internacional sobre a exploração de recursos em áreas disputadas.

Milei afirmou que a ONU optou por ignorar a situação do arquipélago e o descumprimento da Resolução 31/49. O presidente argentino direcionou críticas ao avanço do projeto Sea Lion, que atua na Bacia das Ilhas Malvinas do Norte, e declarou que o país buscará uma defesa "pacífica, prática e eficaz" do território.

O líder argentino fez um alerta direto às companhias petrolíferas que operam em zonas sob disputa. Embora tenha mencionado que a Argentina busca atrair investimentos para a região de Vaca Muerta, Milei ressaltou que o governo não será indiferente às empresas que atuam em áreas de ocupação ilegal.

A questão das Ilhas Malvinas

Durante o pronunciamento, o presidente declarou que as Ilhas Malvinas representam uma "causa nacional" para o país. Ele rejeitou a aplicação do princípio da autodeterminação ao arquipélago e questionou o papel da organização internacional.

Segundo o mandatário, uma organização que deveria defender a soberania territorial de seus membros falhou ao ignorar a situação das Malvinas. Ele associou a reivindicação das ilhas a duras críticas feitas à Agenda 2030 e à gestão global durante o período da pandemia.

Críticas à OMS e tecnologia

O discurso também abordou temas de saúde pública e governança global. Milei descreveu as restrições sanitárias aplicadas durante a pandemia como "genocídio" e relembrou a saída da Argentina da Organização Mundial da Saúde (OMS).

No campo da inovação, o presidente argentino defendeu que o avanço da inteligência artificial não deve sofrer com a imposição de controles regulamentares excessivos.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.