Donald Trump ameaça Irã e afirma que Teerã deve assinar acordo ou deixar de existir
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pressionou o Irã nesta quinta-feira (1) e afirmou que o governo de Teerã precisa assinar um acordo para continuar existindo
Por Redação Diário Local
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (1) que o governo do Irã precisará assinar um acordo com Washington ou enfrentar o fim de sua existência. Durante conversa com jornalistas, o republicano endureceu o tom contra Teerã, declarando que a assinatura de um tratado é a única alternativa para o país.
“Ou o Irã assina um acordo, ou não existirá mais”, disparou o presidente americano. A declaração ocorre em um momento de intensificação da pressão dos Estados Unidos sobre as negociações envolvendo o regime iraniano.
No campo da política externa, Trump também revelou que o governo americano estuda a possibilidade de instalar uma nova base militar na Polônia. Segundo o presidente, a medida “pode acontecer”, fundamentada na boa relação diplomática que mantém com o presidente polonês, Karol Nawrocki.
Sobre a economia doméstica, o republicano criticou a política monetária do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos. Trump responsabilizou o órgão pelo custo elevado do crédito no país e defendeu uma mudança de postura nas taxas de juros.
Para o presidente, os Estados Unidos deveriam ter a “menor taxa de juros do mundo”. Ele argumentou que o impacto dos juros altos no cenário econômico atual pesa mais do que o controle da inflação.
Questionado sobre o futuro político do país, especificamente sobre o pleito presidencial de 2028, o republicano não descartou envolvimento direto. Ele afirmou que poderá oferecer apoio a algum candidato no período.
Trump ressaltou ainda que o Partido Republicano possui um “grande grupo” de nomes disponíveis para disputar as próximas eleições. A fala indica uma movimentação interna do partido para a definição de lideranças futuras.
As declarações do presidente abrangem frentes distintas, indo do posicionamento geopolítico no Oriente Médio e na Europa até a gestão da política monetária e o planejamento sucessório do seu partido.
