Mato Grosso do Sul inicia prazo de licenciamento para veículos com placa final 0
Proprietários de veículos com placa final 0 têm até 31 de outubro para pagar a taxa de R$ 251,41 e evitar multas.
Por Redação Diário Local
Proprietários de veículos com placas terminadas em 0 têm até o dia 31 de outubro (31) para realizar o pagamento do licenciamento anual em Mato Grosso do Sul. A taxa custa R$ 251,41 e o prazo encerra o calendário de vencimentos de 2026 do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).
O valor atual do licenciamento corresponde a 4,53 Unidades Fiscais Estaduais de Referência (Uferms), cujo índice foi fixado em R$ 55,50 para o mês de outubro. O pagamento pode ser realizado por meio dos canais de autoatendimento do órgão, pelo portal Meu Detran, pelo aplicativo Detran MS ou presencialmente nas agências.
Para os condutores que perderem o prazo estabelecido, o custo para a regularização do documento será maior. O valor passará de R$ 251,41 para R$ 326,34. Essa cobrança estendida também se aplica a proprietários de veículos com placas de 1 a 9 que já perderam seus respectivos vencimentos.
O licenciamento é um procedimento obrigatório para que o veículo possa circular regularmente pelas vias. O cumprimento do calendário evita o aumento na taxa e garante a regularidade do automóvel perante o Estado.
Dirigir com o documento de licenciamento vencido configura infração gravíssima, de acordo com as normas de trânsito. O condutor encontra-se sujeito à aplicação de multa no valor de R$ 293,47.
Além da penalidade financeira, a irregularidade acarreta a aplicação de 7 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Em caso de fiscalização, há também o risco de o veículo ser removido para o pátio.
Após a quitação da taxa, o proprietário tem o direito de emitir o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo em meio digital (CRLV-e). O documento é o comprovante oficial de que o veículo está em dia com o Estado.
O CRLV-e deve estar sempre disponível para apresentação durante fiscalizações de trânsito. A exibição pode ser feita de forma digital, por meio da Carteira Digital de Trânsito (CDT), ou em versão impressa pelo motorista.
