Servidores de Juiz de Fora protestam por segurança após técnica de enfermagem ser agredida em hospital
Profissionais da saúde realizaram manifestação em frente ao Hospital de Pronto-Socorro após técnica de enfermagem ser agredida por dois pacientes.
Por Redação Diário Local
Profissionais da saúde realizaram um protesto na manhã desta quarta-feira (30) em frente ao Hospital de Pronto-Socorro (HPS), em Juiz de Fora, para cobrar reforço na segurança após uma técnica de enfermagem ser agredida por dois pacientes. A mobilização ocorre após o episódio de violência registrado durante a madrugada dentro de uma ala da unidade hospitalar.
Segundo o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Juiz de Fora (Sinserpu), a agressão aconteceu no setor de urgência psiquiátrica. O sindicato aponta que a categoria tem sido alvo de episódios recorrentes de violência no ambiente de trabalho.
A Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) confirmou o ocorrido e detalhou o contexto da agressão. De acordo com a Secretaria de Saúde, a técnica de enfermagem era atendida por um paciente que apresentava um quadro de descompensação psiquiátrica no momento do ataque.
A administração municipal informou que a equipe de plantão conseguiu conter a situação imediatamente após o início da violência. O paciente envolvido recebeu o atendimento necessário e foi medicado conforme a prescrição médica estabelecida.
Até o fechamento desta matéria, não foram divulgadas informações atualizadas sobre o estado de saúde da profissional agredida. As polícias Militar e Civil foram procuradas para prestar esclarecimentos sobre o caso, mas ainda não responderam aos questionamentos.
Reivindicação por segurança
Em vídeo publicado nas redes sociais, o Sinserpu manifestou que manterá as mobilizações para garantir o direito à segurança dos profissionais de saúde. A entidade reforça que a proteção durante o exercício da função é uma pauta urgente para os servidores.
O protesto realizado nesta quarta-feira (30) busca dar visibilidade à vulnerabilidade da categoria dentro das unidades de saúde. O movimento exige que medidas preventivas sejam adotadas para evitar novos casos de agressão contra os trabalhadores.
A situação no HPS é monitorada pelos órgãos de segurança e pela Secretaria de Saúde. O sindicato sinaliza que continuará acompanhando o desdobramento do caso e a resposta das autoridades municipais diante da insegurança relatada.
