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Cultura

Cripta Imperial com restos de D. Pedro 1º reabre em São Paulo nesta segunda-feira (7)

Espaço no Parque da Independência passou por obras de R$ 5,3 milhões e terá entrada gratuita nesta segunda-feira (7)

Por Redação Diário Local

A Cripta Imperial, local que guarda os restos mortais de D. Pedro 1º e das imperatrizes Maria Leopoldina e Amélia, será reaberta ao público nesta segunda-feira (7). A reabertura ocorre no subsolo do Monumento à Independência, no Parque da Independência, em São Paulo, em celebração aos 204 anos da Independência do Brasil.

O espaço estava fechado para visitações desde 2022 e passou por um processo de revitalização. Segundo a Prefeitura de São Paulo, foram investidos R$ 5,3 milhões em melhorias no Museu da Cidade de São Paulo, ao qual a Cripta e a Casa do Grito pertencem.

A programação de reabertura terá início às 14h30 com uma cerimônia oficial. Às 15h, haverá uma apresentação do grupo Ensemble FTM, da Fundação Theatro Municipal de São Paulo. Após a música, o público poderá realizar visitas guiadas à Cripta Imperial até as 17h. A entrada é gratuita e não é necessário retirar ingressos antecipadamente.

O que mudou com as obras de revitalização?

As intervenções no local incluíram a construção de banheiros e a realização de adequações para garantir a acessibilidade. Também foram instalados sistemas de climatização e realizados reparos no espaço de exposição para melhorar o atendimento aos visitantes.

O trabalho de conservação também alcançou os materiais históricos, com manutenção do bronze próximo aos sarcófagos e o fechamento do teto com mármore amarelo. Além da Cripta, as obras contemplaram a limpeza e conservação do Monumento à Independência e a reforma da Casa do Grito.

Durante o período de obras, que durou cerca de três anos e nove meses, os restos mortais de D. Pedro 1º, Maria Leopoldina e Amélia permaneceram em seus locais originais.

História e exposição

A reabertura marca também a inauguração da exposição “Representações da Nação: O Monumento à Independência e a Cripta Imperial”, sob curadoria de Marly Rodrigues. A mostra detalha o processo de criação do monumento e da cripta como símbolos nacionais.

A Cripta Imperial foi inaugurada em 7 de setembro de 1952. O monumento onde ela está situada foi inaugurado em 1922, durante o centenário da Independência. O espaço abriga os restos mortais do imperador, trazidos de Lisboa em 1972, e das imperatrizes Maria Leopoldina e Amélia.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.