Banco Central acaba com limite de R$ 500 do Pix por aproximação a partir de outubro, define nova regra
Nova norma do Banco Central elimina o teto de R$ 500 por transação no Pix por aproximação, que valerá a partir de outubro.
Por Diário Local
O Banco Central definiu o fim do limite padrão de R$ 500 por transação no Pix por aproximação. A mudança consta da Instrução Normativa BCB nº 746, de 16 de junho de 2026, e passa a valer em 1º de outubro de 2026.
O Pix por aproximação permite pagar encostando o celular na maquininha, sem digitar chave ou ler QR Code. Até agora, cada pagamento desse tipo estava limitado a R$ 500, o que travava compras de valor mais alto.
O que muda na prática?
Com a nova regra, o Pix por aproximação passa a ser equiparado às transferências tradicionais feitas por chave ou QR Code. Isso significa que valerão os mesmos limites gerais que o cliente já tem configurados na conta.
O usuário continua podendo pedir aumento ou redução desses valores diretamente no aplicativo do banco, mantendo o controle sobre quanto pode movimentar.
A mudança afeta a segurança?
A norma também altera regras de pagamentos do Open Finance feitos sem redirecionamento, ou seja, sem sair do aplicativo. Essas operações também deixam de ter o teto fixo de R$ 500.
O Banco Central afirma que as alterações fazem parte da atualização das regras operacionais do ecossistema Pix, que vem ganhando novas funcionalidades desde a criação.
O Pix se tornou o meio de pagamento mais usado no Brasil por ser gratuito para pessoas físicas e funcionar a qualquer hora.
A recomendação dos especialistas é que o usuário revise os limites do próprio aplicativo de acordo com seu perfil de gastos, para equilibrar praticidade e segurança.
As mudanças entram em vigor em outubro, dando tempo para bancos e fintechs se adaptarem.
