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Ancelotti exalta Cunha e Vini, mas freia euforia: 'esperamos que seja a Copa do Brasil, não de um jogador'

Após o 3 a 0 sobre o Haiti, o técnico destacou a evolução do time e tirou o foco individual de Vini Jr. para valorizar o coletivo.

Por Diário Local

Carlo Ancelotti exaltou as atuações de Matheus Cunha e Vini Jr. após o Brasil vencer o Haiti por 3 a 0, em 19 de junho, pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026.

O treinador italiano destacou a evolução coletiva do time, mas evitou alimentar a euforia em torno de nomes individuais.

O que Ancelotti disse sobre Vini Jr.?

O técnico afirmou que Vini chegou ao Mundial em ótimas condições, mas reforçou o caráter coletivo da campanha. 'Não esperamos que seja a Copa do Vinícius, esperamos que seja a Copa do Brasil', disse.

Ancelotti explicou que posicionou o atacante em zonas mais internas do campo, permitindo explorar não apenas o drible no um contra um, mas também ataques em profundidade pelo setor central.

Por que escalou Matheus Cunha?

O treinador justificou a escolha de Cunha como centroavante e disse que a posição do jogador foi boa para criar problemas à defesa adversária.

'Pode ser uma opção. Não quero uma identidade clara, porque no próximo jogo podemos mudar', afirmou o italiano, sinalizando flexibilidade tática.

A fala indica que Ancelotti pretende seguir rodando o elenco e variando o esquema conforme o adversário.

Cunha marcou duas vezes diante do Haiti e ganhou pontos na disputa pela vaga de centroavante.

A vitória deixou o Brasil na liderança do Grupo C, com 4 pontos, encaminhando a classificação às oitavas.

O discurso de cautela do treinador reforça a tentativa de manter o time concentrado já nas primeiras rodadas.

Revisado por Davy Albuquerque, editor responsável.