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Política

Ronaldo Caiado nega que tenha feito proposta para Romeu Zema desistir da disputa presidencial

Candidato do PSD afirmou nesta terça-feira (25) que não existem negociações para que Romeu Zema apoie sua candidatura à Presidência.

Por Redação Diário Local

O candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD), negou nesta terça-feira (25) qualquer negociação para que o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), desista da disputa pelo Palácio do Planalto. O político goiano afirmou que não existem conversas nesse sentido e declarou que respeita o seu adversário de campanha.

A declaração de Caiado surge após informações de que aliados do candidato do PSD teriam admitido tratativas entre membros do PSD e do Novo. Segundo interlocutores, o movimento visaria uma eventual desistência de Zema da corrida presidencial para que ele concorresse ao Senado por Minas Gerais, oferecendo apoio à candidatura de Caiado.

O posicionamento foi feito antes de o pessedista participar de um fórum promovido pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB). O evento reuniu candidatos à Presidência e ao governo de São Paulo para discutir o setor.

A especulação sobre uma possível articulação política ganhou repercussão devido a declarações feitas por Caiado no último domingo (23). Na ocasião, antes de um debate, o candidato do PSD questionou a ausência de Zema em um encontro político.

Ao criticar a falta de participação do ex-governador mineiro, Caiado afirmou que a postura de Zema poderia ser explicada pela hipótese de uma renúncia à campanha oficial. Mesmo com a interpretação feita pelo candidato, ele reforçou que desconhece planos concretos do nome do Novo nesse sentido.

A relação entre as candidaturas é monitorada de perto em meio ao cenário de articulações para o próximo pleito. Enquanto Caiado defende medidas de responsabilidade fiscal no governo, o cenário de apoio entre partidos busca consolidar blocos de influência.

Caiado tem reiterado que seu foco está na gestão de gastos públicos. O candidato do PSD afirmou anteriormente que sua primeira medida de governo será o corte de despesas, visando abrir espaço para avanços em áreas estratégicas, como a de infraestrutura.

O debate sobre a composição de alianças partidárias deve ganhar novos contornos nos próximos encontros entre os candidatos. Até o momento, o candidato do Novo mantém a agenda focada na disputa presidencial, sem confirmação de movimentações para o Senado mineiro.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.