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Saúde

Doença do jardineiro é confirmada em humanos e gatos em Campo Grande neste ano

Casos de esporotricose em humanos e felinos são registrados em Campo Grande em 2026, após ano de zero ocorrências em pessoas.

Por Redação Diário Local

A esporotricose, doença fungica popularmente conhecida como 'doença do jardineiro', já registrou casos confirmados tanto em seres humanos quanto em felinos em Campo Grande neste ano. A enfermidade, que pode ser transmitida pelo contato com o fungo, tem sido monitorada na Capital.

No ano passado, o cenário epidemiológico na cidade era diferente. Segundo dados registrados em 2025, Campo Grande contabilizou sete casos da doença em gatos, mas não houve registro de ocorrências em humanos durante o período.

A esporotricose é causada por fungos presentes no solo e em materiais orgais, como espinhos de plantas e madeira. O contágio para humanos costuma ocorrer por meio de ferimentos na pele que entram em contato direto com o agente causador.

A transmissão para os animais, especialmente felinos, ocorre com frequência pelo contato com o ambiente contaminado ou por meio de brigas e arranhões entre os próprios gatos infectados. Uma vez no organismo do animal, a doença pode causar lesões cutâneas e feridas que não cicatrizam facilmente.

Em termos de cuidados, especialistas orientam que a pessoa que apresentar lesões na pele sem causa aparente deve buscar avaliação médica. No caso dos animais, o acompanhamento veterinário é essencial para evitar a disseminação do fungo no ambiente doméstico.

A vigilância sanitária e os órgãos de saúde monitoram a circulação do fungo para prevenir surtos maiores. A prevenção envolve evitar o contato desnecessário com solo sem proteção e manter a higiene dos animais de estimação.

O monitoramento dos casos em Campo Grande busca entender a dinâmica de transmissão na região e orientar a população sobre os riscos. A detecção precoce de sintomas tanto em pessoas quanto em animais é fundamental para o controle da enfermidade.

Até o momento, o foco das autoridades locais permanece na identificação de novos focos e na orientação sobre os protocolos de tratamento adequados para cada caso identificado na Capital.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.