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Tecnologia

Atração da Disney utiliza inteligência artificial para transformar visitantes em fantasmas

Recurso na Mansão Mal-Assombrada utiliza IA para converter imagens de visitantes em figuras fantasmagóricas

Por Redação Diário Local

A atração Mansão Mal-Assombrada, nos parques temáticos da Disney, passou a utilizar inteligência artificial para transformar imagens de visitantes em figuras de fantasmas. O recurso tecnológico processa o rosto e o corpo dos participantes para simular aparições fantasmagóricas durante o trajeto, integrando o público ao cenário temático.

A implementação da ferramenta tem gerado divisões de opiniões e críticas nas redes sociais. Enquanto parte do público vê a novidade como um avanço na imersão, outros usuários questionam o impacto da tecnologia na experiência clássica da atração.

O funcionamento do sistema busca criar um efeito visual onde as imagens capturadas dos convidados são rapidamente processadas por algoritmos. O objetivo é que as versões fantasmas dos visitantes apareçam de forma integrada às projeções e cenários da Mansão Mal-Assombrada.

As discussões sobre o uso da inteligência artificial no parque refletem o debate sobre o equilíbrio entre inovação tecnológica e a manutenção da atmosfera tradicional das atrações. Críticos apontam que a automação excessiva pode alterar a percepção sensorial esperada pelos fãs mais antigos.

A Disney não detalhou as especificações técnicas do software utilizado, mas o recurso faz parte de um movimento de modernização tecnológica em seus complexos de entretenimento. A tecnologia visa aumentar o engajamento através da personalização da experiência de cada visitante.

O uso de inteligência artificial para personalização de cenários tem se tornado uma tendência em parques de diversão ao redor do mundo. No caso da Mansão Mal-Assombrada, o foco é utilizar o reconhecimento de padrões para replicar características físicas dos usuários em versões espectrais.

A recepção nas plataformas digitais mostra que o impacto visual é o principal ponto de debate. Alguns visitantes relatam surpresa com a precisão das transformações, enquanto outros manifestam desconforto com a forma como as imagens são manipuladas para o efeito pretendido.

O recurso segue disponível para os visitantes que percorrem a atração nos parques da companhia. A empresa mantém o monitoramento das reações dos usuários para avaliar a continuidade e possíveis ajustes na integração da IA ao ambiente da Mansão Mal-Assombrada.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.