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Estética

Aparelhos de tecnologia sul-coreana para tratamento de rugas chegam ao Espírito Santo

Equipamentos como Piamo e XERF utilizam radiofrequência para estimular colágeno e tratar flacidez em clínicas do estado.

Por Redação Diário Local

Novas tecnologias dermatológicas originárias da Coreia do Sul, voltadas para o tratamento de rugas e flacidez, começaram a ser aplicadas em clínicas do Espírito Santo. O foco dos procedimentos é o estímulo da produção de colágeno e elastina por meio de métodos pouco invasivos.

Um dos equipamentos disponíveis é o Piamo, que utiliza radiofrequência multidimensional para atingir diversas camadas da pele simultaneamente. Segundo a dermatologista Karina Mazzini, o aparelho promove o aquecimento do tecido para estimular a produção de colágeno e elastina, auxiliando na melhora das linhas de expressão e do contorno facial.

Outra tecnologia presente no estado é o XERF, que também se baseia na radiofrequência. De acordo com a médica Natália Nascif, o diferencial do aparelho é o trabalho com duas frequências distintas, o que permite alcançar camadas de pele que outros equipamentos não atingem, potencializando os resultados para pacientes com perda de firmeza.

No caso do XERF, o objetivo é melhorar a sustentação e a qualidade da pele de forma gradual, com a recomendação de sessões a cada seis meses. O aparelho é indicado para quem apresenta flacidez e alterações no contorno facial.

A tecnologia Oligio X também chegou ao Espírito Santo para atuar no rejuvenescimento. Utilizado pela médica Renata Melo, o equipamento utiliza radiofrequência monopolar e permite maior precisão no controle da energia e do aquecimento da pele.

O diferencial do Oligio X é a atuação em diferentes profundidades. Conforme explica a dermatologista, um modo de operação atua de forma superficial, enquanto o outro alcança camadas mais profundas, estimulando a firmeza e também a espessura da pele.

Foco no conforto do paciente

Além dos resultados estéticos, a nova geração de aparelhos busca oferecer mais conforto durante as aplicações. A dermatologista Karina Mazzini destaca que, mesmo em procedimentos que envolvem temperaturas elevadas ou o uso de microagulhas, os equipamentos modernos possuem mecanismos para tornar o processo mais agradável.

Outras tecnologias para a pele

O mercado também conta com opções como o Eladerm, uma radiofrequência microagulhada que utiliza energia térmica e agulhas para tratar rugas finas, textura e cicatrizes de acne. Há ainda o uso de laser de picossegundos, que emite pulsos ultrarrápidos para fragmentar pigmentos responsáveis por manchas e estimular a renovação da pele.

Outra alternativa é o Ultraformer MPT, que utiliza ondas de ultrassom em micropulsos para gerar calor. O tratamento pode atuar tanto de forma superficial, para melhorar a flacidez, quanto de forma macrofocada, atingindo tecidos mais profundos e áreas de gordura localizada.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.