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Exportação de algodão será recorde em 2026 com 1,83 milhão de t no 1º semestre, diz Anea

Anea elevou a projeção do 1º semestre para 1,83 milhão de t, máximo histórico, e prevê novo recorde anual com a China na liderança das compras.

Por Diário Local

As exportações brasileiras de algodão devem alcançar novo recorde em 2026, segundo a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), que elevou suas projeções após um primeiro semestre historicamente forte.

Quanto deve ser embarcado?

Os embarques do primeiro semestre foram revisados de 1,6 milhão para 1,83 milhão de toneladas, um máximo histórico para o período.

"Nunca tivemos um semestre tão forte na história quanto este agora, e junho ainda não acabou", afirmou o presidente da entidade, Dawid Wajs.

Qual a expectativa para o ano?

A projeção é de 1,575 milhão de toneladas no primeiro semestre e 1,650 milhão no segundo, segundo as estimativas revisadas da associação.

O desempenho mantém o Brasil na liderança mundial das exportações da fibra.

Para onde vai o algodão brasileiro?

Entre janeiro e maio, os principais destinos foram a China, com quase 400 mil toneladas, seguida por Bangladesh, Paquistão, Turquia, Vietnã e Índia.

A diversificação de mercados na Ásia dá sustentação à demanda pela fibra nacional.

E a próxima safra?

Para o ciclo 2026/27, a Anea elevou a projeção de produção para 3,96 milhões de toneladas, apoiada em preços mais atrativos ao produtor.

O plantio ocorrerá entre o fim de 2026 e o início de 2027, com expectativa de novo volume robusto.

O ritmo de exportação seguirá dependente da demanda têxtil asiática e do comportamento dos preços internacionais.

Revisado por Davy Albuquerque, editor responsável.