Diário Local
Fórmula 1

Andrea Kimi Antonelli decide manter o número 12 na Fórmula 1 em 2027 por superstição e homenagem

Piloto italiano decidiu não utilizar o número 1 na temporada 2027 para homenagear Ayrton Senna e evitar histórico de azar.

Por Redação Diário Local

O piloto italiano Andrea Kimi Antonelli decidiu que manterá o número 12 em seu carro durante a temporada de 2027 da Fórmula 1. A decisão foi confirmada após o piloto conquistar o título mundial de pilotos de 2026, conquista que lhe garantiria o direito de utilizar o número 1, reservado ao campeão.

A escolha de não utilizar o número 1 é motivada por questões de superstição e pelo desejo de manter a humildade. Antonelli afirmou que o número 1 não lhe traz sorte e que a permanência com o 12 serve como um novo ponto de partida para sua carreira.

O piloto revelou que o número 1 está associado a um trauma ocorrido durante o início de sua trajetória, ainda nas categorias de base. Na época, Antonelli competia no Mundial de Kart da FIA, na categoria OK, e utilizava o número 1 em seu equipamento.

Trauma no kart

Durante uma final em Portimão, o piloto sofreu um acidente em pista molhada que resultou em ferimentos graves. A colisão ocorreu na segunda volta da corrida, após o contato com o kart da pilota Maya Weug, que havia rodado na pista.

Em decorrência do impacto, Antonelli fraturou a tíbia e o metatarso esquerdos. O incidente marcou sua história no kartismo e reforçou sua aversão ao uso do número 1, que ele considera um símbolo de azar.

Homenagem e tradição

Além da superstição, o italiano destacou que o número 12 é uma forma de prestar homenagem ao seu ídolo, o brasileiro Ayrton Senna. O uso do algarismo faz parte da identidade do piloto desde sua estreia na Fórmula 1, em 2025, pela Mercedes.

Antonelli explicou que manter o número atual ajuda a manter os pés no chão. Segundo o piloto, a escolha permite que ele continue buscando melhorias constantes, construindo sua trajetória sobre o que já conquistou sem o peso do número de campeão.

O piloto já utilizava o número 12 em diversas etapas de sua formação profissional antes de chegar à categoria máxima. A decisão mantém a continuidade de sua marca pessoal após o título mundial alcançado com o terceiro lugar no GP da Cidade do México.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.