Mercedes conquista Mundial de Construtores com domínio técnico e ascensão de Kimi Antonelli
Equipe conquistou o título após domínio técnico com o novo regulamento e vitórias decisivas de Kimi Antonelli na temporada.
Por Redação Diário Local
A Mercedes conquistou o Mundial de Construtores da temporada de 2026, impulsionada pelas mudanças no regulamento técnico e pelo desempenho do piloto Kimi Antonelli. A equipe garantiu o título após demonstrar superioridade na integração entre a nova unidade de potência, com maior carga elétrica, e o chassi do carro.
O domínio da equipe foi evidente na primeira parte do campeonato, quando a Mercedes venceu oito das dez primeiras etapas disputadas. O diferencial técnico residiu no gerenciamento da bateria, que responde por quase metade da potência total, permitindo alto desempenho tanto em pistas velozes quanto em circuitos sinuosos, como o de Mônaco.
Embora a Ferrari tenha conquistado vitórias em Barcelona e na Inglaterra, a consistência da Mercedes foi o fator determinante para a volta da equipe ao topo do ranking mundial.
O papel de Kimi Antonelli no título
O piloto Kimi Antonelli foi o principal protagonista da conquista. Após estrear na Fórmula 1 aos 18 anos, o piloto superou um início de carreira de altos e baixos para se tornar peça fundamental na estratégia da equipe. Antonelli foi responsável por seis das oito vitórias obtidas pela Mercedes nas dez primeiras etapas do ano.
A ascensão do piloto ocorreu em um cenário de transição técnica. Enquanto o companheiro de equipe, George Russell, enfrentou dificuldades com o novo regulamento, Antonelli apresentou maior adaptação ao modelo de funcionamento dos carros de 2026, acumulando pontos decisivos até a confirmação do título no Grande Prêmio do México.
Ao todo, os pontos conquistados pela equipe somaram 262, sendo fundamentais para reconduzir a Mercedes ao primeiro lugar da categoria após o período de domínio de outras fabricantes.
Perspectivas para 2027
A base tecnológica alcançada em 2026 deve ser mantida pela Mercedes para a próxima temporada. O cenário é favorecido pelas Oportunidades Adicionais de Desenvolvimento e Atualização (ADUO), regras introduzidas pela FIA para suavizar o impacto das mudanças regulamentares.
Como o ranking de desenvolvimento da FIA utiliza o motor de combustão interna (ICE) como métrica principal, e não a bateria, a equipe projeta manter a vantagem competitiva que consolidou este ano.
