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Trânsito

Acidentes de trânsito matam sete pessoas por dia nas estradas do Rio de Janeiro

Levantamento do Detran mostra que o estado registra 76 feridos diariamente e que homens representam 60% das vítimas.

Por Redação Diário Local

O estado do Rio de Janeiro registra uma média de sete mortes diárias em decorrência de acidentes de trânsito. Segundo o Anuário Estatístico do Detran, as vias fluminenses também contabilizam cerca de 76 atendimentos por dia a pessoas feridas em ocorrências de trânsito.

O levantamento aponta que, embora tenha ocorrido uma redução no número total de acidentes nas estradas do estado, o número de fatalidades apresentou crescimento. Entre as causas apontadas para as ocorrências estão o excesso de velocidade, a imprudência, a imperícia, a desatenção ou problemas técnicos nos veículos.

O perfil das vítimas revela que 60% dos feridos são homens. Além disso, o estudo destaca que a população jovem é a mais afetada pelos sinistros no estado, com mais de 8,9 mil registros envolvendo pessoas na faixa etária entre 18 e 29 anos.

A análise dos dados também identifica os pontos de maior criticidade no tráfego fluminense. De acordo com o Detran, cinco vias concentram as maiores taxas de acidentes, exigindo atenção redobrada dos condutores, principalmente nos trechos com maior incidência.

Quais são as vias mais perigosas?

A Avenida Brasil lidera o ranking de violência no trânsito, registrando o maior número total de casos. A via contabilizou 1.130 vítimas, somando o total de pessoas feridas e mortas em ocorrências de trânsito.

A Rodovia Rio-Santos (BR-101) também aparece entre os trechos mais perigosos do estado. No último ano, a rodovia registrou um acumulado de 118 mortes.

Os indicadores do anuário reforçam o alerta para a necessidade de cautela ao dirigir pelas estradas e avenidas do Rio. O foco deve ser maior nos locais identificados com a maior concentração de sinistros para prevenir novas ocorrências.

As informações fazem parte do monitoramento estatístico realizado pelo órgão de trânsito para orientar políticas de segurança viária. O balanço ajuda a mapear os gargalos de segurança e os grupos de maior risco nas vias do estado.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.