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Segurança

Boliviana é presa com 23 kg de roupas impregnadas com cocaína líquida em São Paulo

Mulher viajava em ônibus vindo de Mato Grosso do Sul quando foi abordada pela Polícia Militar Rodoviária em Andradina.

Por Redação Diário Local

Uma mulher de nacionalidade boliviana foi presa na madrugada desta terça-feira (20) em Andradina (SP) transportando 23 quilos de roupas impregnadas com cocaína líquida. A bagagem estava em um ônibus que seguia de Três Lagoas (MS) para a capital paulista.

A abordagem aconteceu na rodovia SP-300, durante a realização da Operação Impacto, conduzida pela Polícia Militar Rodoviária de São Paulo. Os agentes realizavam a fiscalização das bagagens no bagageiro do veículo quando localizaram a mala com as peças de roupa contendo a droga diluída.

Para confirmar a presença do entorpecente, os policiais aplicaram o Teste de Scott nas roupas. O procedimento utiliza uma solução química para identificar a cocaína, que apresenta coloração azul quando o resultado é positivo.

Em registros da ação, é possível observar os agentes aplicando o teste em diversas peças de roupa encontradas na bagagem. Em outros momentos, os itens aparecem espalhados sobre a viatura durante o processo de identificação.

Como a droga foi identificada?

A substância foi detectada por meio do Teste de Scott, que utiliza uma reação química para comprovar a presença da droga nas peças de roupa. A confirmação visual ocorre quando a solução aplicada nas fibras torna-se azul.

A mala com as roupas impregnadas foi encontrada durante uma vistoria de rotina no bagageiro do ônibus. O trajeto realizado pelo veículo tinha como origem o município de Três Lagoas (MS) e destino a cidade de São Paulo (SP).

De acordo com as informações da Polícia Militar Rodoviária, a mulher presa não possui antecedentes criminais registrados. A identidade da passageira não foi divulgada pelas autoridades até o momento.

Após a detecção da droga e a conclusão do teste, a mulher foi encaminhada para os procedimentos legais. A ocorrência foi apresentada na Delegacia da Polícia Federal em Araçatuba (SP), onde o caso será investigado pelas autoridades federais.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.