Comerciante de 49 anos é morto após reagir a assalto por criminosos em Cataguases
Vítima de 49 anos morreu após trocar tiros com dois criminosos que usavam camisas semelhantes às da Polícia Civil do Rio de Janeiro
Por Redação Diário Local
Um comerciante de 49 anos foi morto durante um assalto em uma mercearia no bairro São Cristóvão, em Cataguases, na Zona da Mata de Minas Gerais, na noite de segunda-feira (10). O crime ocorreu enquanto a vítima realizava o atendimento no estabelecimento comercial.
Imagens de câmeras de monitoramento registraram o momento em que dois criminosos anunciaram o roubo. Os assaltantes utilizavam camisas com emblemas semelhantes aos da Polícia Civil do Rio de Janeiro para realizar a abordagem.
De acordo com as gravações, o proprietário da mercearia reagiu à ação e disparou contra os assaltantes. Os criminosos foram atingidos pelos tiros e revidaram a abordagem, resultando na morte do comerciante no local do crime.
Durante a troca de tiros, dois clientes que estavam na mercearia quase foram atingidos pelos disparos. Após o ocorrido, os envolvidos conseguiram fugir do local, dando início a uma busca pelas autoridades.
Um dos suspeitos, de 28 anos, foi localizado dentro de um carro com registro de furto e que utilizava a placa de outro veículo. O segundo envolvido, de 37 anos, foi detido após roubar uma motocicleta durante a tentativa de fuga.
Com os suspeitos, a polícia apreendeu três revólveres calibre 38, munições para a mesma arma, dois aparelhos celulares e um chip de telefone. Também foram encontrados uma pequena porção de substância semelhante à cocaína e a camisa com o emblema da instituição policial usada no crime.
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou que o caso foi registrado como roubo na Delegacia de Leopoldina. Os dois homens foram encaminhados ao sistema prisional após receberem atendimento médico e o procedimento foi remetido à Justiça.
Não houve confirmação de que o comerciante possuía registro de arma de fogo. Em situações de assalto, as autoridades recomendam que as pessoas não reajam para evitar o agravamento da violência.
