Família descobre que área de lazer de R$ 15 mil foi construída em terreno vizinho
Após realizar obras no quintal, proprietários notaram que parte do deck e do pergolado ultrapassa o limite da propriedade.
Por Redação Diário Local
Uma família descobriu que parte da área de lazer construída no quintal de sua propriedade, avaliada em R$ 15 mil, ultrapassou o limite do terreno e ficou localizada no lote vizinho. O equívoco foi identificado apenas durante o processo de troca da cerca divisória entre os imóveis.
O problema surgiu após os proprietários realizarem melhorias no espaço para uso familiar. Entre as benfeitorias feitas no local, constam a construção de um deck e de um pergolado, estruturas que agora apresentam irregularidade de posicionamento.
As construções foram realizadas após a compra do terreno e após a avaliação de que o espaço era adequado para o lazer. No entanto, a nova medição feita para a instalação do cercado evidenciou que a área de lazer invadiu a propriedade vizinha.
O prejuízo material estimado para as estruturas é de R$ 15 mil. O erro na divisa só foi percebido quando o novo cercado precisou ser instalado, revelando que o projeto executado não respeitava os limites reais da escritura.
Diante do impasse, a família tenta agora uma via de conciliação com os vizinhos. O objetivo é iniciar uma negociação para obter o direito de uso parcial daquela área que, tecnicamente, passou a pertencer ao lote ao lado.
A tentativa de diálogo busca evitar a necessidade de remoção das estruturas ou a perda definitiva do investimento realizado. A família busca uma solução que permita manter a funcionalidade do deck e do pergolado sem conflitos judiciais.
O caso evidencia a importância da conferência técnica de limites de terreno antes da execução de obras de grande porte. A instalação da cerca foi o ponto de virada que expôs a divergência entre a ocupação física e a divisão de lotes.
Até o momento, não há informações detalhadas sobre o desfecho das tratativas entre os proprietários. A família segue tentando formalizar um acordo de uso para garantir que o investimento de R$ 15 mil não seja totalmente perdido.
