Família do engenheiro morto em Santos doa órgãos para salvar quatro vidas
Família de Marcelo de Oliveira Rocha realizou a doação de rim, pâncreas, fígado e córneas nesta terça-feira (27).
Por Redação Diário Local
O pai do engenheiro ambiental Marcelo de Oliveira Rocha, de 30 anos, confirmou que quatro órgãos do filho foram doados para pacientes que aguardavam transplante nesta terça-feira (27). A doação incluiu rim, pâncreas, fígado e córneas, permitindo que a vítima ajudasse a salvar quatro vidas após sua morte em Santos, no litoral de São Paulo.
Marcelo morreu após ser agredido durante uma manifestação na cidade santista. O caso está sob investigação da Polícia Civil, que apura as circunstâncias da violência e o que levou o engenheiro ao óbito.
Um homem identificado como Kauan foi preso nesta terça-feira (27) sob a suspeita de ser um dos agressores do engenheiro. De acordo com as informações policiais, o suspeito é lutador de boxe.
A Polícia Civil informou que já identificou outros suspeitos que participaram das agressões contra Marcelo. O trabalho de investigação segue para determinar a participação de cada um no evento.
A investigação conduz o caso como latrocínio, crime de roubo seguido de morte. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), os agressores levaram o celular e outros pertences da vítima durante a ação.
Em declaração sobre o procedimento de doação, o pai de Marcelo destacou a importância do gesto. Ele afirmou que, mesmo após a conclusão do processo de capacitação, o filho conseguiu ser doador e beneficiar pacientes necessitados.
O episódio de violência ocorreu durante um ato político em Santos. O contexto da manifestação e a motivação para o roubo e a agressão estão sendo detalhados pelas autoridades competentes.
As autoridades seguem com os procedimentos para identificar e localizar os demais envolvidos no crime. A Secretaria da Segurança Pública mantém o monitoramento sobre o caso de latrocínio na região do litoral.
